Dois pensamentos aos leitores e leitoras deste blog.

Dois pensamentos de boas-vindas aos leitores e seguidores deste blog:
- Mesmo que vivas um século, nunca deixes de aprender!!!
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segunda-feira, 15 de abril de 2013

Vacinação CONTRA A GRIPE de 15 a 26 de abril./ Papa Francisco destacou que a calúnia é a expressão direta de Satanás / Papa Francisco completa um mês de Pontificado.

ATENÇÃO,TURMA AMIGA!

Vacinação CONTRA A GRIPE de 15 a 26 de abril.

Neste ano, os portadores de DOENÇAS CRÔNICAS também serão vacinados:

-Doenças respiratórias crônicas
-Doenças cardíacas crônicas
-Doenças hepáticas crônicas
-Doenças neurológicas crônicas
-Diabetes tipo I e II, em uso de medicamento
-Imonossupressão
-Obesidade grau III
-Transplantados

Para mais informações, acesse www.saude.gov.br

EVITE FILAS: Se você tem entre 2 e 59 anos, procure seu médico com antecedência para obter a prescrição da vacina. A apresentação será obrigatória durante a campanha.

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Papa Francisco completa


 um mês

 de Pontificado

13 de abril


Simplicidade e espontaneidade são marcas 

do Papa Francisco
Da Redação, com Rádio Vaticano
Em sua primeira aparição pública como Papa, Francisco se inclina pedindo orações aos fiéis (Foto: news.va)
Em sua primeira aparição pública como Papa, Francisco se inclina pedindo orações aos fiéis (Foto: news.va)
Neste sábado, 13, completa-se um mês da eleição do Cardeal Jorge Mario Bergoglio à Cátedra de Pedro.
Desde os primeiros momentos de seu Pontificado, o Papa Francisco conquistou as pessoas com sua simplicidade, ternura e espontaneidade.
Eis algumas de suas palavras: “Quero lhes pedir um favor. Caminhemos todos juntos, cuidemos uns dos outros, cuidem da vida, da natureza, das crianças e dos idosos. Que não haja ódio, brigas, deixem de lado a inveja, não firam ninguém. Dialoguem, que entre vocês viva o desejo de cuidar uns dos outros. Deus é bom, sempre perdoa, compreende, não tenham medo d’Ele. Ele é Pai, aproximem-se d’Ele. Rezem por mim.”
No encontro com os jornalistas, na Sala Paulo VI, o Pontífice recordou as palavras do Arcebispo emérito de São Paulo, Cardeal Cláudio Hummes, seu grande amigo, que o convidou a não se esquecer dos pobres, logo após sua eleição.
“Aquela palavra entrou aqui – disse, indicando a cabeça – ‘os pobres, os pobres’. Aí, pensei em Francisco de Assis e depois, nas guerras. E Francisco é o homem da paz, o homem que ama e tutela a criação. Francisco é o homem que nos dá este espírito de paz, o homem pobre. Ah, como gostaria de uma Igreja pobre e pelos pobres!”, disse Francisco.
O ecumenismo, o compromisso com os pobres e o impulso para a nova evangelização estão entre os temas que o novo Papa colocou no centro de seu ministério neste primeiro mês de pontificado. Numa das audiências gerais, realizadas às quartas-feiras, Francisco destacou que “a fé se professa com palavras e com amor”, e recordou o papel fundamental das mulheres nos Evangelhos.
“Isso é bonito! E esta é, um pouco, a missão das mulheres, mães e avós. Testemunhar a seus filhos e netos que Jesus está vivo, Ele ressuscitou. Ele é a esperança que enche o coração. Mães e mulheres, avante com este testemunho”, exortou.
Na Missa de posse da Cátedra do Bispo de Roma, celebrada na Basílica de São João de Latrão, no último domingo, 7, o Papa Francisco disse: “Amados irmãos e irmãs, deixemo-nos envolver pela misericórdia de Deus; confiemos na sua paciência, que sempre nos dá tempo; tenhamos a coragem de voltar para sua casa, habitar nas feridas do seu amor deixando-nos amar por Ele, encontrar a sua misericórdia nos Sacramentos. Sentiremos a sua ternura, sentiremos o seu abraço, e ficaremos nós também mais capazes de misericórdia, paciência, perdão e amor.”

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Calúnia destrói a obra de Deus nas pessoas, diz Papa


Missa na Casa Santa Marta


Francisco destacou que a calúnia é a 
expressão direta de Satanás
Da Redação, com Rádio Vaticano
papa_missa
“A calúnia quer destruir a obra de Deus; a calúnia nasce de uma coisa muito ruim: nasce do ódio”, explicou o Papa  (Foto: news.va)
“A calúnia destrói a obra de Deus nas pessoas”, afirmou o Papa Francisco na manhã desta segunda-feira, 15, na Missa na Capela Santa Marta. A celebração contou com a presença, entre outros, da equipe do serviço telefônico do Vaticano e do escritório de internet.
Refletindo sobre a liturgia de hoje, o Pontífice convidou os presentes a rezarem por tantos mártires que ainda hoje são falsamente acusados, perseguidos e mortos por ódio à fé.
Na homilia, o Papa recordou Estevão, o primeiro mártir da Igreja, que foi vítima de uma calúnia. E destacou que a calúnia é pior do que um pecado, é uma expressão direta de Satanás.
A leitura dos Atos do Apóstolos de hoje apresenta Estevão, um dos diáconos nomeados pelos discípulos, sendo arrastado diante do Sinédrio por causa do seu testemunho do Evangelho, acompanhado por sinais extraordinários. E diante do Sinédrio – o texto diz – falsas testemunhas o acusam. Nesse aspecto, o Papa Francisco é claro: “Não ia bem à luta limpa, a luta entre homens bons”, os inimigos de Estevão entraram então pela “estrada da luta suja: a calúnia”.
“Nós todos somos pecadores: todos. Nós temos pecados. Mas a calúnia é outra coisa. É um pecado, com certeza, mas é outra coisa. A calúnia quer destruir a obra de Deus; a calúnia nasce de uma coisa muito ruim: nasce do ódio. E quem traz o ódio é Satanás. A calúnia destrói a obra de Deus nas pessoas, em suas almas. A calúnia utiliza mentiras para avançar. E sem dúvida: onde há calúnia há Satanás, ele mesmo”.
A partir do comportamento dos acusadores, Papa Francisco muda a atenção para o acusado. Estevão, observa o Pontífice, não retorna falsidade com falsidade, “não quer ir por esse caminho para se salvar. Ele olha para o Senhor e obedece à lei”, permanecendo na paz e verdade de Cristo. “E é isso que acontece na história da Igreja”, destaca o Papa, porque do primeiro mártir até hoje, “há inúmeros exemplos de pessoas que testemunharam o Evangelho com grande coragem”.
“O tempo dos mártires não acabou”, destacou o Papa. Segundo ele, ainda hoje podemos dizer, com verdade, que a Igreja tem mais mártires do que no tempo dos primeiros séculos. “A Igreja tem muitos homens e mulheres que são caluniados, que são perseguidos, que são assassinados por ódio de Jesus, por ódio à fé: Este é morto porque ensina o catecismo, é morto porque carrega a cruz… Hoje, em muitos países, os caluniam, os perseguem… são nossos irmãos e irmãs que sofrem, hoje, neste tempo de mártires”.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Assembleia CNBB



O SORRISO NÃO DEIXA POBRE QUEM O OFERECE;



FAZ UM BEM ENORME PRA QUEM O RECEBE.



SORRIA , NÓS TEMOS VIDA NOVA NO AMOR!!! JESUS 


CRISTO RESSUSCITOU!!!



FELIZ PÁSCOA!!!





Rezemos pelo nosso querido Papa Francisco!

Rezemos pelo nosso querido Pe.Zezinho!!!

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Dom Giovanni D’ Aniello preside missa da 51ª Assembleia Geral


CNBB




A Santa Missa desta quinta-feira, 11, da 51ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) foi em Ação de Graças pelos bispos nomeados desde a última Assembleia Geral realizada em 2012.



A Celebração Eucarística, que reuniu todos os Bispos do Brasil diante do Altar de Nossa Senhora Aparecida, foi presidida pelo Núncio Apostólico, dom Giovanni D’ Aniello.

Por ocasião de sua Assembleia Geral, a CNBB alimenta em seus momentos orantes a vida e o ministério dos seus membros e faz a oração de Ação de Graças pela nomeação de novos bispos, a oração de gratidão pelo ministério dos bispos eméritos e a oração em sufrágio dos bispos falecidos.

Em sua homilia, dom Giovanni D’ Aniello saudou os bispos presentes na assembleia, em especial, aos bispos nomeados no último ano.

Dom Giovanni pediu aos bispos que estejam sempre na busca pela mudança, tornando o Cristo o centro da própria vida. “Assumir a Cristo como critério de salvação. A fé é dada aos que obedecem e Jesus é aquele que vem, do alto e do céu. Está acima de todas as criaturas e todas as coisas. O mistério pascal nos leva a plenitude”, afirmou.

Núncio Apostólico ressaltou que algo novo, profundamente novo, aconteceu durante a ressureição. “Obedecer não é mais submeter-se. É um processo de crescimento. A liturgia de hoje nos diz que é preciso caminhar com Cristo. Confessar e santificarmos com Ele”.

Aos novos bispos, dom Giovanni D’ Aniello pediu a doação pessoal que deve acompanhar o ministério apostólico e empenho em suas iniciativas.

Dom Giovanni Felicitou os bispos lembrando do ministério apostólico que traz alegrias,  esperanças e também dificuldades. “Saibam que não estão sozinhos, Estão unidos ao Papa e todos os membros do colégio episcopal do Brasil e do mundo inteiro”, afirmou.

Citando o Papa Francisco, dom Giovanni afirmou que cada ministério deve ter a vontade de servir o Evangelho ajudando a Igreja a contemplar Cristo, para que os fiéis possam encontrar o caminho, a verdade e a vida, tornando – os homens novos. “Confio à proteção de Nossa Senhora Aparecida os nossos trabalhos nesses dias de assembleia, para que possamos também testemunhar a fé autêntica. Asseguro-lhes as minhas orações”, finalizou o Núncio Apostólico.


      



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51ª Assembleia da CNBB tem página no facebook


CNBB


Facebook
Página da 51ª Assembleia Geral dos Bispos do Brasil no facebook
Com o objetivo de ampliar os canais de comunicação da 51ª Assembleia Geral dos Bispos do Brasil, a Equipe de Assessoria de Imprensa da CNBB criou uma página oficial no facebook que já está no ar.

Durante a realização da Assembleia, em Aparecida, de 10 a 19 de abril, serão postados, diariamente, conteúdos na página como vídeos das coletivas de imprensa, boletim em áudio, galeria de fotos, entre outros.

Assim, os veículos de comunicação que desejarem reproduzir os materiais, poderão utilizá-los livremente, com o devido crédito. Além disso, no site da CNBB serão postadas matérias, realeses e outras publicações sobre a 51ª Assembleia Geral.

Conheça e curta a página: www.facebook.com/pages/Assembleia-Geral-da-CNBB/632779040068974?fref=ts


      

Tags: Assembleia da CNBB 2013 facebook bispos CNBB Aparecida


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Quinta-feira, 11 de abril de 2013.

Coletiva de imprensa: bispos falam sobre o segundo dia de reunião

André Alves
Enviado especial a Aparecida (SP)


Luana Oliveira / Cancão Nova
Bispos durante a primeira coletiva sobre a Assembleia Geral
No segundo dia de trabalhos, os bispos reunidos em Aparecida para a 51ª Assembleia Geral, conversaram com os jornalistas durante coletiva de imprensa, concedida na tarde desta quinta-feira, 11. A entrevista foi referente aos temas abordados neste segundo dia de Assembleia, ou seja, a situação das paróquias – assunto principal do encontro, a nova tradução para o Missal Romano e o Diretório de Comunicação para a Igreja no Brasil.

Acesse:
.: FOTOS no Flickr

Dom Dimas Lara Barbosa, presidente da Comissão Episcopal para a Comunicação, iniciou a entrevista dizendo que assembleia já tem dado passos importantes referentes à reflexão do tema proposto “Comunidade de comunidades: uma nova paróquia”. Segundo ele, os bispos receberam um texto escrito por Dom Sérgio Castrini sobre o assunto que foi analisado e será enviado às comunidades paroquiais do Brasil para estudo.

O autor do texto, Dom Sérgio Castrini, comentou sobre o tema central afirmando que a paróquia deve atrair a todos para a família de Deus. “Deve ser referência para os cristãos, inclusive para os não praticantes. Na paróquia, cada pessoa devia ter a oportunidade de encontrar-se com Cristo”, afirmou. 
 
No entanto, ressaldo Dom Sérgio, que os bispos estão convencidos de que as paróquias precisam de uma grande renovação, e com urgência. “Esta está ligada pela articulação de pequenas comunidades. Para uma nova evangelização, as paróquias devem ser eminentemente missionárias.” 

O bispo também disse que a paróquia precisa integrar os diversos segmentos da Igreja: movimentos, pastorais, obras sociais, novas comunidade de vida e aliança, hospitais e os demais serviços. Isso porque, segundo Dom Sérgio, a vocação cristã é vivida em comunidade. Para ele, o grande desafio desse processo é formar verdadeiras comunidades na paróquia que necessita de renovação, mas que continua sendo referência no meio secular.


A nova tradução do Missal Romano

Sobre a revisão da tradução do texto do Missal Romano, Dom Armando Bucciol, presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia, explicou que a nova tradução é um pedido da Congregação Romana e consiste em fazer uma adequação dos textos – escritos no latim - para a linguagem brasileira. “É um trabalho demorado, sim, vai demorar muito! Mas a Congregação Romana pediu fidelidade ao texto.” 

O objetivo da revisão é tornar a bela linguagem original do texto em latim acessível ao povo, mas sem perder o alto nível cultural e teológico dos textos. Segundo Dom Armando, os escritos são muito profundos e belos, esta profundidade faz com que a tradução de uma breve oração chegue a duração até meia hora. No entanto, “é preciso ser fiel ao que está escrito”, disse o bispo. 

O cuidado para com o processo está fundamentado na importância da Liturgia. “A Fé da Igreja passa e se expressa pela Liturgia. Ela não é propriedade de ninguém, mas da Igreja que expressa o louvor a Deus por meio dela. Na liturgia, ela se revela e se constrói a Fé da Igreja”, ressaltou Dom Armando.  

O bispo assegurou que a nova tradução não vai causar grandes mudanças na Celebração Eucarística. Segundo ele, serão algumas adaptações na linguagem que serão percebidas especialmente por aqueles que estudam a Liturgia, mas nem sempre pela grande maioria do fiéis. 

Sobre o Diretório de Comunicação

Dom Dimas, presidente da Comissão para a Comunicação, revelou que o Diretório é um sonho antigo. A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil já pensava em um documento que contivesse normas mais claras para serem seguidas, no âmbito da comunicação, nas comunidades. O texto foi apresentado aos bispos, após a coletiva de imprensa. 

O Diretório vai conter a princípio dez capítulos. Dom Dimas adiantou que o capítulo primeiro trata do desafio da comunicação para uma Igreja num mundo em mudanças. Os demais abordarão a comunicação nas redes sociais digitais, a teologia da comunicação, a ética na comunicação e o papel dos leigos no processo comunicativo. 

Dom Dimas afirmou que a Catequese, a Liturgia e a Caridade dependem muito de uma boa comunicação, por isso o Diretório também tem um capítulo dedicado a esse assunto. Outros temas abordado no documento são as políticas de comunicação, a educação e, por fim, a Pastoral da Comunicação que, segundo ele, deve permear as diversas atividades da Igreja.






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sábado, 6 de abril de 2013

2º Domingo da Páscoa - Festa da Misericórdia Divina.


2º Domingo de Páscoa - Festa da Misericórdia Divina!!!

Turma Amiga, a Misericórdia Divina tem outro nome: AMOR. Portanto, Deus tem misericórdia de nós, nos ajuda e nos consola, porque nos AMA. Somos AMADOS POR DEUS, meu irmãos! Agradeçamos o AMOR que Ele nos oferece todos os dias. Feliz Páscoa pra todos nós! (Francisco Lusmar Paz - Aracoiaba-CE.)

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Como viver a Festa da Misericórdia 


Padre Antônio Aguiar
Foto: Maria Andreia/Cancaonova.com
O objetivo desta festa é voltarmos a recolocar Jesus no centro de nossa vida. Jesus nos diz que só vamos encontrar abrigo e refúgio dentro do Seu Coração. Deus nos ama! Ele nunca deixará de nos amar, mas os pecados não podem ser amados por Deus.

Precisamos amar a Deus acima de todas as coisas. Jesus quer tocar também, com uma chuva de bençãos, a vocês que nos acompanham agora pela Internet.

A misericórdia de Deus atrai muito mais que um barril de pecados. Ele deseja que experimentemos o mel da graça e não o barril de vinagre do pecado.

Para vivermos a Festa da Misericórdia, precisamos entender que existe um alicerce à Devoção à Divina Misericórdia, que consiste numa confiança fundamental. Jesus espera que eu e você tenhamos esta confiança.

Jesus diz a Santa Faustina: “As graças da Minha misericórdia colhem-se com o único vaso, que é a confiança. Quanto mais a alma confiar, tanto mais receberá. Grande consolo Me dão as almas de ilimitada confiança, porque, em almas assim derramo todos os tesouros das Minhas graças. Alegro-Me por pedirem muito, porque o Meu desejo é dar muito, muito mesmo. Fico triste, entretanto, quando as almas pedem pouco, quando estreitam os seus corações” (Diário, nº 1578).

Para vivermos bem a Festa da Misericórdia, o primeiro requisito é termos confiança. O segundo requisito é que ela [Festa da Misericórdia] tem um tempo de preparação.

Como preparação para a Festa da Misericórdia, o Senhor pediu a Irmã Faustina para fazer uma novena de orações desde a Sexta-Feira Santa até o sábado seguinte: “Desejo que durante esses nove dias conduzas as almas à fonte da Minha misericórdia, a fim de que recebam força e alívio e todas as graças de que necessitam nas dificuldades da vida, especialmente na hora da morte” (Diário, nº 1209). Ele deseja que recebamos alívio e todas as graças.

Assim também nos falou o Papa Francisco: “Deus não nos cansa de perdoar. Somos nós que nos cansamos de pedir perdão”.

Resumindo os ítens necessários para vivermos bem a Festa da Divina Misericórdia:

1º ítem: Confiança;
2º ítem: Rezar a Novena em preparação a Festa da Misericórdia;
3º ítem: Buscar o Sacramento da Confissão;
4º ítem: Comungar;
5º ítem: Rezar nas intenções do Santo Padre para obter a Indulgência Plenária;
6º ítem: Venerar a Imagem da Divina Misericórdia.
Se você confessar com fé, experimentará a Ressurreição. Devemos aproveitar este milagre que é o Sacramento da Reconciliação e recebermos a Indulgência Plenária. Precisamos também estar preparados para receber a comunhão na Festa da Divina Misericórdia.
"Como me dói que as almas se unam tão pouco comigo na Santa Comunhão" (Jesus a Santa Faustina)
Foto: Maria Andreia/Cancaonova.com


Jesus também diz a Santa Faustina: “Como me dói que as almas se unam tão pouco comigo na Santa Comunhão. Espero pelas almas, e elas Me são indiferentes. Amo-as afetuosa e sinceramente, e elas não têm confiança em Mim. Quero cobri-las de graças e elas não querem aceitá-las. Procedem comigo como com uma coisa inanimada, e no entanto tenho um coração cheio de amor e misericórdia!” (Diário, nº 1447).

Não se deve ir comungar “mascando chiclete”. Isso é um descaso para com o Senhor! Assim como não devemos ir conversando na fila da Comunhão. É hora de silenciarmos para estarmos atentos a Quem iremos receber. Nós estamos indo ao encontro do Rei dos reis e Senhor dos senhores!

Não devemos participar da Santa Missa e ficar conversando com alguém pelo celular ou jogando. Por favor, não venha à celebração da Santa Missa. A Santa Missa não é lugar para isso!

Tudo que nos afasta do mistério do Sacrifício de Cristo deve ser colocado de lado. Estejamos por inteiro na Santa Missa. Devemos dar a Deus o melhor!

Façamos veneração à Imagem da Divina Misericórdia. Jesus nos concederá muitas graças. Ele mesmo afirma isso no Diário de Santa Faustina: "Por meio dessa Imagem concederei muitas graças às almas; que toda alma tenha, por isso, acesso a ela" (Diário, nº 570).

Você deve estimular os padres a falarem da Misericórdia de Deus. Que o Senhor desperte um espírito de arrependimento em você.

Transcriação e adaptação: Carlos Biajoni @cncarlos

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Padre Antônio Aguiar 

Sacerdote divulgador da devoção à Divina Misericórdia


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A verdadeira paz vem da misericórdia de Deus, destaca Papa

Regina Coeli

Papa convidou fiéis a terem mais coragem de anunciar a fé em Crisro Ressuscitado
Jéssica Marçal
Da Redação

Às 12h deste domingo, 7, Domingo da Divina Misericórdia, Papa Francisco rezou a oração do Regina Coeli com os fiéis e peregrinos presentes na Praça São Pedro. O Santo Padre desejou a todos a paz, destacando que esta é fruto da vitória do amor de Deus sobre o mal, o fruto do perdão. “A verdadeira paz, aquela profunda, vem do fazer a experiência da misericórdia de Deus”, disse.
Acesse

Comentando o Evangelho de João, que fala das duas aparições de Jesus aos apóstolos, Francisco destacou uma palavra que segundo ele é muito importante sobre a fé: a beatitude da fé, que se refere à fé daqueles que não viram, mas acreditam.
“Em todo tempo e em todo lugar são bem aventurados aqueles que, através da Palavra de Deus, proclamada na Igreja e testemunhada pelos cristãos, creem que Jesus Cristo é o amor de Deus encarnado, a Misericórdia encarnada. E isto vale para cada um de nós!”.
E junto à paz, o Santo Padre lembrou que Jesus doou aos apóstolos o Espírito Santo, para que eles pudessem difundir no mundo o perdão dos pecados, aquele perdão que somente Deus pode dar.
“Tenhamos também nós mais coragem de testemunhar a fé em Cristo Ressuscitado! Não devemos ter medo de ser cristãos e de viver como cristãos! Nós devemos ter essa coragem, de ir e anunciar Cristo Ressuscitado, porque Ele é a nossa paz, Ele fez a paz, com o seu amor, com o seu perdão, com o seu sangue, com a sua misericórdia”.
Por fim, Papa Francisco lembrou que ele celebrará, logo mais à tarde, a Eucaristia na Basílica de São João de Latrão, que é a Catedral do Bispo de Roma. Então ele pediu que todos rezem juntos à Virgem Maria para que os ajude, Bispo e Povo, a caminhar na fé e na caridade, confiantes sempre na misericórdia do Senhor.

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Papa reflete sobre a paciência e a misericórdia de Deus

Missa de posse na Cátedra de Roma


No Domingo da Divina Misericórdia, Francisco convidou fiéis a confiarem na paciente misericórdia de Deus
Jéssica Marçal
Da Redação
Papa reflete sobre a paciência e a misericórdia de Deus
Papa Francisco durante a homilia na Missa em que tomou posse da Cátedra do Bispo de Roma. Foto: Reprodução CTV
Papa Francisco celebrou neste domingo, 7, a Santa Missa na Basílica de São João de Latrão, onde tomou posse nesse mesmo dia da Cátedra do Bispo de Roma. Em sua homilia, o Santo Padre destacou a paciência e a misericórdia de Deus, que está sempre disposto a perdoar seus filhos.
Ao chegar à Basílica, Francisco cumprimentou os fiéis que já o esperavam, abraçando, em especial, alguns portadores de necessidades especiais presentes no local. Já no início da celebração, após uma saudação do vigário para a diocese de Roma, Cardeal Agostino Valliniele, Francisco insidiou-se (sentando-se) na sua sede episcopal de Roma.
Logo no início da homilia, Francisco lembrou que hoje é o Domingo da Divina Misericórdia, então sua reflexão foi toda perpassada por este tema, pelo olhar misericordioso com o qual Deus olha para a humanidade. “Como é grande e profundo o amor de Deus por nós, um amor que não falha, sempre agarra a nossa mão, nos sustenta levanta e nos guia”, disse.
E ao comentar o Evangelho do dia (Jo 20, 19-31), Francisco destacou a paciência de Jesus com Tomé, que não acreditou enquanto não viu. Recordou também o caso de Pedro, que negou Jesus por três vezes. Da mesma forma, Jesus foi paciente e disse a ele: ‘Pedro, não tenhas medo da tua fraqueza, confia em mim’.
“Não percamos jamais a confiança na paciente misericórdia de Deus. Deus é paciente conosco porque nos ama e quem ama compreende, espera, sabe perdoar”, exortou Francisco.
O Santo Padre destacou ainda que Deus nunca está distante e está sempre disposto a perdoar. Ele contou que sempre se impressiona com a parábola do pai misericordioso, aquele pai cujo filho o abandonou, pegou sua herança e foi embora, mas depois decidiu voltar. E quando volta, disse Francisco, o pai o espera, corre ao seu encontro e o abraço com ternura, a ternura de Deus.
Ao final da homilia, Papa Francisco convidou os fiéis a se deixarem conquistar pela proposta de Deus, para quem o ser humano é importante. “Amados irmãos e irmãos, deixemo-nos envolver pela misericórdia de Deus, confiemos em sua paciência que sempre nos dá tempo. Tenhamos coragem de voltar para a sua casa”, concluiu o Papa.
Momentos antes de se dirigir à Basílica para a celebração, Francisco inaugurou o “Largo Beato João Paulo II”, que até então era chamado de “Praça de São João de Latrão”.