Dois pensamentos aos leitores e leitoras deste blog.

Dois pensamentos de boas-vindas aos leitores e seguidores deste blog:
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terça-feira, 23 de abril de 2013

"Papa Francisco": Documentário será apresentado nesta quarta-feira. / Carandiru: Pastoral Carcerária emite nota sobre condenação de PMs. / Dom Walmor faz balanço da 51ª Assembleia Geral da CNBB /

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Dom Ocar Romero: processo de beatificação



Papa Francisco reabre a causa de beatificação de dom Oscar Romero.
O papa Francisco decidiu retomar o processo de beatificação do arcebispo de San Salvador, dom Oscar Arnulfo Romero, que se encontrava arquivado desde 1997, quando começou o processo. Romero foi morto por um franco-atirador em 24 de março de 1980 enquanto presidia a uma missa na capela do hospital de San Salvador. http://www.pom.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=1925%3Apapa-francisco-reabre-a-causa-de-beatificacao-de-oscar-romero&catid=26%3Ainternacionais&Itemid=76

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RIO ARACOIABA - ANO 2013


Há anos que nosso rio agonizava... Hoje, ele ganhou 

vida, nasceu de novo! Dádiva do céu, presente de 

Deus! 


A ciência através da meteorologia anuncia a 

previsão do 

tempo, mas o poder de Deus está acima da ciência 

e, na 

hora certa, Deus faz proezas realizando  seus 

milagres! 

CHUVA em Aracoiaba e em várias cidades do 

Ceará; 

MILAGRES DE DEUS. (Fco. Lusmar Paz)


Um lindo dia em nossa querida Aracoiaba! Os céus 


se abrem e a chuva  banha e abençoa nossa terra! 


Obrigado,Deus querido!


23.04.2013.


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Terça-feira, 26 de março de 2013, 09h18

"Papa Francisco": Documentário será apresentado nesta quarta-feira


Da Redação, com Rádio Vaticano



Realiza-se nesta quarta-feira, 27, na Sala de Imprensa da Santa Sé, uma coletiva para a apresentação do documentário “Papa Francisco”.

O documentário, produzido pelo Centro Televisivo Vaticano (CTV), apresenta os eventos ocorridos entre a renúncia de Bento XVI, a eleição do novo Pontífice, até o encontro dos dois Papas em Castel Gandolfo no último sábado, 23.

O Documentário será vendido a partir de 2 de abril.

Participam da coletiva o Presidente do Pontifício Conselho das Comunicações Sociais, Arcebispo Claudio Maria Celli, o Diretor do CTV, Mons. Dario Edoardo Viganò, e o Diretor do “Corriere della Sera”, Ferruccio De Bortoli.
 

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Carandiru: Pastoral Carcerária emite nota sobre condenação de PMs


CNBB


A Pastoral Carcerária divulgou na manhã desta segunda-feira, 22, um comunicado em que enaltece a responsabilização criminal de 23 dos 26 policiais envolvidos nas mortes de 13 detentos no Massacre do Carandiru, ocorrido em 2 de outubro de 1992, em São Paulo (SP). Neste fim de semana, os Policiais Militares (PMs) foram condenados a 156 anos de reclusão cada, pelo Tribunal do Júri no Fórum da Barra Funda, na capital paulista.

“Reafirmamos o desejo de que todos os policiais envolvidos no episódio sejam responsabilizados pelos assassinatos, bem como os mentores da ação, especialmente os que, à época, ocupavam funções no governo do estado de São Paulo”, diz a nota.

A Pastoral informou que defende que o estado pague indenizações aos familiares e aos sobreviventes do episódio. A entidade pediu ainda a exoneração de todos os réus envolvidos no massacre, pois alguns deles ainda ocupam cargos na administração pública ou na Polícia Militar.

A repercussão do julgamento do Massacre do Carandiru, para a Pastoral, reacendeu o debate sobre as causas do aumento da criminalidade no país. A seguir, a íntegra do texto:

NOTA PÚBLICA DA PASTORAL CARCERÁRIA


Julgamento dos policiais não põe fim aos massacres

Finalizado o primeiro dos quatro júris sobre o Massacre do Carandiru, que ceifou a vida de, ao menos, 111 pessoas em 2 de outubro de 1992, a Pastoral Carcerária enaltece a responsabilização criminal dos 23 dos 26 policiais envolvidos nas mortes de 15 detentos que estavam no primeiro andar do chamado Pavilhão 9 da Casa de Detenção.

Reafirmamos o desejo de que todos os policiais envolvidos no episódio sejam responsabilizados pelos assassinatos, bem como os mentores da ação, especialmente os que, à época, ocupavam funções no governo do Estado de São Paulo.

No entanto, temos a convicção de que a prisão dos policiais não é a melhor forma de responsabilizá-los pelo Massacre do Carandiru, uma vez que o encarceramento não restituirá nada aos familiares e amigos das vítimas, tampouco resolverá a dor e a saudade que sentem. É preciso que se encontrem novas maneiras de restaurar as relações e as injustiças, o encarceramento não é o melhor instrumento de responsabilização, pois a prisão é uma ação violenta, que repercute em mais violência à sociedade.

Desse modo, a Pastoral solicita que todos os réus no Massacre do Carandiru sejam exonerados dos cargos que ainda ocupam na administração pública ou na própria Polícia Militar, e entende que melhor que a prisão dos policiais envolvidos seria a indenização, pelo Estado, dos familiares e dos sobreviventes do episódio.

A repercussão que o julgamento do Massacre do Carandiru alcançou na sociedade brasileira e também internacionalmente tornam oportunos os debates sobre as causas do aumento da criminalidade no país, problema que não será resolvido com a política de encarceramento em massa, que predomina no Brasil, e que nas últimas duas décadas fez com que a população carcerária saltasse de 90 mil pessoas, em 1992, para 550 mil, em 2012.

Ainda hoje, com pleno conhecimento do Estado, massacres continuam acontecendo nas ruas, nos presídios, no sistema de saúde e em outros equipamentos que deveriam estar a serviço do bem estar da população, mas que têm se transformado em fonte de extermínio. Encarceramento não é a solução para o fim da criminalidade, pois esta tem raízes complexas e sua redução demanda políticas públicas que vão além da justiça criminal.
Brasil, 22 de abril de 2013
COORDENAÇÃO DA PASTORAL CARCERÁRIA

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Segunda-feira, 22 de abril de 2013, 11h02

Dom Walmor faz balanço da 51ª Assembleia Geral da CNBB

Dom Walmor Oliveira de Azevedo
Arcebispo de Belo Horizonte


CNBB
Dom Walmor é arcebispo de Belo Horizonte (MG) e participou da 51ª Assembleia Geral da CNBB
Assembleia dos Bispos

A 51ª Assembleia Geral dos Bispos do Brasil reuniu mais de 400 participantes, entre bispos, padres, religiosos, leigos e assessores, no Santuário da Mãe Aparecida. Acontecimento anual de importância e significação, é oportunidade para a Igreja Católica no Brasil avaliar sua fidelidade ao mandato de seu Senhor, Cristo Ressuscitado: fazer de todos seus discípulos e discípulas. Também é momento para a Igreja Católica refletir a realidade, a partir de seu compromisso com a vida do povo, particularmente dos pobres.

Acesse
.: Todas as notícias sobre a 51ª Assembleia Geral da CNBB


Esse olhar que se dirige à vida sofrida do povo pediu de nós, bispos, um posicionamento de solidariedade e defesa dos irmãos e irmãs castigados pela maior seca que atinge a região do semiárido brasileiro nos últimos 40 anos. São mais de 10 milhões de pessoas, em 1.236 municípios, segundo dados da Secretaria da Defesa Civil do Ministério da Integração Nacional. A sociedade brasileira sabe que os bispos sempre estão atentos às consequências de ordem social, econômica, moral e ética provocadas pela seca. A Igreja Católica, recentemente, em cooperação também com vários movimentos sociais e sindicais, apresentou diretrizes para a convivência com o semiárido. Junto com a população atingida pela seca, a Igreja propõe e reivindica intervenções estruturais capazes de minimizar tal sofrimento.

Refletimos e avançamos também na preparação de um documento para manifestar nosso posicionamento no que se refere aos conflitos agrários. Em sua condição de servidora, a Igreja Católica coloca-se ao lado dos sem-terra, pessoas submetidas ao trabalho escravo, quilombolas e indígenas. Em comunhão com todos estes segmentos, questionamos o Projeto de Emenda Constitucional 215, que transfere do Poder Executivo ao Congresso Nacional a demarcação, titulação e homologação de terras indígenas e quilombolas.

Estes e outros assuntos que integraram a exigente pauta da 51ª Assembleia Geral consolidam ainda mais o compromisso da Igreja Católica com a vida do povo sofrido, em diálogo franco e direto com os construtores da sociedade. A partir desse princípio, nós, bispos de Minas Gerais, durante a Assembleia, manifestamos nossa preocupação relacionada à situação prisional de nosso Estado. Uma realidade grave e triste, quando se considera o número de apenados, o tratamento a eles oferecido em vista de sua recuperação, distanciamentos de suas famílias, com agravamentos sérios, além das dificuldades criadas para o serviço voluntário e de fé, prestado por nossos agentes da Pastoral Carcerária. Um trabalho humanitário que encontra obstáculos que precisam ser superados com a intervenção e atuação de quem pode fazê-lo. Também estamos atentos à tramitação do Projeto de Lei número 3.7842013, da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, que regulamenta o uso de espaços públicos para cerimônias religiosas.

Enquanto avaliamos nossos muitos trabalhos desenvolvidos em todo o Brasil, especialmente pelas comissões episcopais pastorais e organismos da CNBB, detalhamos o tema central da Assembleia neste ano: comunidade de comunidades: uma nova paróquia. Todos os bispos estão empenhados para que cresça a rede de comunidades, sinal da nossa presença e serviço na vida do povo. Uma nova resposta que nasce do vigor espiritual radicado na simplicidade e na verdade do Evangelho.

Importante também é o caminho percorrido rumo à consolidação de um Diretório para a Comunicação na Igreja do Brasil, buscando qualificar sempre o diálogo com a sociedade civil e, também, atender a exigência de uma adequada política de comunicação no interior da Igreja. O objetivo é avançar na preservação da cultura cristã brasileira, resguardando sua consistência.

Os trabalhos realizados a partir da densa pauta da 51ª Assembleia Geral da CNBB foram marcados, sobretudo, por um clima de fraternidade evangélica, tempero determinante no caminho missionário. Rodeados pelo povo peregrino, sempre presente no Santuário da Mãe Aparecida, nós bispos da Igreja, em cooperação, vivemos uma Assembleia de riquezas neste caminho da fé.

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FORMAÇÕES

Imagem de Destaque

A Igreja de Francisco

A Igreja Católica quer ser mãe amorosa de todos

Como costumo fazer quando estou em casa, na manhã do dia 18 de março folheei os jornais de Dourados (MS), a cidade onde resido. Num deles, encontrei dois artigos sobre o Papa Francisco, assinados por pessoas que considero amigas de longa data. Referindo-se aos primeiros dias do Pontífice, um articulista dizia: «Sem dúvida, ele deverá cativar as pessoas com muita facilidade, o que vai ser muito bom para a Igreja, que precisa amenizar a carranca e guardar a solenidade para dentro dos templos!».
Preciso reconhecer que, mais do que a simpatia transmitida pelo novo Papa, o que ficou gravado no meu coração foi a “carranca” da Igreja. Certamente, como tantos outros cristãos, o autor ficou tocado pela graça de Deus que irrompe nos ambientes onde Francisco aparece. No domingo em que ele escreveu o artigo, o Papa, no final da Missa que rezou na igreja de Santana, colocou-se à porta e se entreteve com os fiéis que haviam participado da celebração. Foi uma festa. As pessoas repetiam comovidas: «O Papa me abraçou! Ele sorriu para mim!». 

Assista: Francisco, um testemunho de humildade 




Confesso que, se a “carranca” da Igreja corresponde à realidade, devo reconhecer que estávamos realmente precisando de um Papa que nos lembrasse uma das principais razões que levou João XXIII a pensar no Concílio Vaticano II, como ele mesmo explicou no dia de sua inauguração, 11 de outubro de 1962: «A Igreja Católica quer ser mãe amorosa de todos, benigna, paciente, cheia de misericórdia e bondade com os filhos que dela se separaram».

Quando eu era criança – antes do Concílio – a “linha dura” prevalecia em toda a parte, inclusive nos seminários onde se preparavam os sacerdotes. A metodologia empregada para “educar” e “convencer” não dispensava a palmatória. Formados sob uma disciplina férrea, havia padres que acabavam por adotar o mesmo estilo no trato com o povo que lhes cabia dirigir. Enérgicos e autoritários, mais do que amados, eram temidos e mantidos à distância. Contudo, pela solidez de seus princípios morais e espirituais, a maior parte deles muito contribuiu para o desenvolvimento das comunidades. Mas, não se pode negar, também contribuiu para a “carranca” da Igreja.

O Concílio terminou no dia 8 de dezembro de 1965, quando se iniciava uma profunda revolução cultural na história da humanidade, uma autêntica mudança de época. Em toda a parte, explodiram revoltas populares exigindo democracia, igualdade e justiça. Na Europa, a juventude deu o grito de largada, que se alastrou por inúmeros países. Na África, o processo de descolonização caminhou a passos de gigante. Na América Latina, nasceram as Comunidades Eclesiais de Base e a Teologia da Libertação. Em contato direto com o sofrimento do povo, espoliado pelo poder econômico, não poucos padres e religiosos optaram por ideologias que lhes pareciam mais eficazes do que a “prudência” da Igreja na solução dos problemas sociais. Infelizmente, o radicalismo de alguns deles também colaborou para a “carranca” da Igreja.

“Tese, antítese e síntese” parece ser o processo normal do amadurecimento cultural e social da humanidade. É o que percebo também na Igreja. Depois de uma época em que alguns agentes de pastoral privilegiavam a salvação da alma, surgiu um período em que a Igreja parecia transformar-se numa “piedosa ONG” – como disse o Papa Francisco aos cardeais no dia 14 de março, logo após a eleição – destinada a resolver os problemas do povo. Graças a Deus, de uns anos para cá voltamos a descobrir a síntese proposta pelo Evangelho: «Se um irmão não tem o que vestir ou comer, e você lhe diz: “Vá em paz, se aqueça e coma bastante”, sem lhe dar o necessário, que adianta isso? Sem obras, a fé está morta!» (Tg 2,15-17).

O articulista de Dourados (MS) pede que reservemos a «solenidade para dentro dos templos». De minha parte, penso que também ali convenha sermos simples e fraternos. Um exemplo concreto: anos atrás, quando uma criança traquinava na igreja, havia padres que bradavam: «Essa criança não tem mãe?». Há poucos dias, durante a Missa, um pequerrucho galgou o presbitério, aproximou-se do altar e puxou a túnica do padre. Este o abraçou e lhe perguntou: «O que você quer ser quando grande?». «Padre!», foi a resposta do menino. Se Deus continua falando pela boca das crianças (Mt 21,16), a Igreja do Papa Francisco já começou.


Dom Redovino Rizzardo, cs
Bispo de Dourados (MS)
E-mail para contato: redovinorizzardo@gmail.com 

22/04/2013 - 08h00 

domingo, 21 de abril de 2013

Neste Domingo, Dia Mundial de Oração pelas Vocações 2013. / Evangelho e sua explicação neste Domingo. / As vocações nascem na oração e da oração, destaca Papa. / Papa preside ordenação sacerdotal e pede: "sejam Pastores".


DOMINGO DO BOM PASTOR

Domingo, 21 de Abril de 2013
 

EVANGELHO DO DIA 

João10,27-30

4º Domingo da Páscoa

— O Senhor esteja convosco. 
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor!

— Naquele tempo, disse Jesus:
27“As minhas ovelhas escutam a minha voz, eu as conheço e elas me seguem. 28Eu dou-lhes a vida eterna e elas jamais se perderão. E ninguém vai arrancá-las de minha mão.
29Meu Pai, que me deu estas ovelhas, é maior que todos, e ninguém pode arrebatá-las da mão do Pai. 30Eu e o Pai somos um”. 

- Palavra da Salvação. 
- Glória a vós, Senhor.

EXPLICAÇÃO DO EVANGELHO

Seja dócil ao chamado do Bom Pastor

Postado por: homilia


Celebramos hoje o 4º Domingo da 
Páscoa, conhecido também como “Dia 
mundial de orações pelas vocações 
consagradas” e, finalmente, como o “
Domingo do Bom Pastor”.
O pastor e seu rebanho era uma realidade muito comum na vida do povo, no tempo de Jesus.
O que esse relato nos mostra é a intimidade, o afeto entre o pastor e as ovelhas. Percebemos que existe entre eles um amor e uma confiança muito grande. Jesus vai dizer que as ovelhas não seguem a um estranho.
O pastor autêntico deve ter os mesmos sentimentos e atitudes em relação às ovelhas. Deve amá-las e estar disposto a dar sua própria vida para salvá-las, assim como Ele fez.
As ovelhas seguem somente o seu pastor, porque conhecem a sua voz e reconhecem seus passos. “Conhecer”, na Bíblia, tem um significado muito profundo: conhecer significa amar. Quem conhece de verdade, ama, pois quem não ama o próximo, ainda não o reconheceu como irmão.
O Bom Pastor preocupa-se com a vida; vem para que todos tenham vida plena e em abundância.
O pastor é o líder. Todos nós, seja no trabalho, na família ou na comunidade, sempre exercemos algum cargo de liderança. É importante rever nosso comportamento como líderes. Na parábola do Bom Pastor, Jesus nos alerta sobre como viver as relações de liderança. O líder não pode ser autoritário.
Quando a liderança deixa de ser serviço para tornar-se poder, ela oprime e destrói. Quando exercemos um cargo de liderança, sobretudo nas funções públicas e na comunidade, precisamos estar próximos das pessoas, precisamos conhecer suas necessidades, compreendê-las, amá-las e partilhar com elas a vida.
As ovelhas conhecem a voz do seu pastor, confiam e deixam-se levar. Sabem que, se for necessário, o pastor as carregará sobre seus ombros. Em segurança serão conduzidas para verdes pastagens e água abundante.
O Bom Pastor não é reconhecido por falar manso e de forma poética, Ele é reconhecido pelas verdades que diz; palavras nem sempre doces, mas verdadeiras.
“Eu sou o caminho, a verdade e a vida”, diz Jesus (Jo 14,6). Se Ele é a Verdade, os que estavam na Verdade estavam com Ele. Os que vieram fora d’Ele, pelo contrário, são ladrões e salteadores porque só vieram para pilhar e fazer morrer. “A esses, as ovelhas não escutaram”.
Deixe-se conduzir por Ele. Abra bem os ouvidos do seu coração e seja dócil ao seu chamado. Diga ‘sim’ a Cristo, o Bom Pastor. Reconheça-o como o seu “tudo” e terá a vida eterna.
Padre Bantu Mendonça








As vocações nascem na oração e da oração, destaca Papa

Regina Coeli


No Dia em que a Igreja celebra o Dia Mundial de oração pelas vocações, Papa Francisco falou da parábola do Bom Pastor
Jéssica Marçal

Da Redação

Papa Francisco reuniu-se com os fiéis neste domingo, 21, para rezar a oração mariana do Regina Coeli. Neste dia, em que a Igreja celebra o Dia Mundial de oração pelas vocações, o Santo Padre concentrou-se sobre a parábola do Bom Pastor. Ele destacou que toda vocação nasce na oração e da oração.
Acesse




Francisco destacou que o relacionamento que Jesus quer estabelecer com seus amigos é o mesmo que Ele tem com o Pai: uma relação de confiança, de íntima comunhão. E para exprimir esta relação profunda, Jesus usa a imagem do pastor com suas ovelhas: o pastor as chama, elas escutam a sua voz e o seguem.
“É belíssima esta parábola! (…) A voz de Jesus é única! Se aprendemos a distingui-la, Ele nos guia no caminho da vida, um caminho que ultrapassa também o abismo da morte”, disse.
Mas em relação a esse chamado de Jesus, o Santo Padre lembrou que nem sempre se sabe reconhecer que se trata da voz de Cristo. Vendo a presença dos jovens em tão grande número, o Papa perguntou a eles se alguma vez já tinham ouvido a voz do Senhor.
“Pergunte a Jesus que coisa ele quer de ti e seja corajoso! Seja corajosa! Perguntem a Ele! (…). As vocações nascem na oração e da oração; e somente na oração podem perseverar e dar fruto”.
Por fim, o Papa pediu a intercessão de Maria, a mulher do “sim”, para que ajude todos a conhecer a voz de Jesus e segui-la no caminho da vida.
Depois de rezar o Regina Coeli, Papa Francisco recordou as vítimas do terremoto na China e fez um apelo pela paz na Venezuela. Ele disse que acompanha os acontecimento com preocupação e intensa oração e esperança de que se encontrem caminhos justos e pacíficos para superar esse momento difícil no país.
“Convido o povo venezuelano, de modo particular os responsáveis institucionais e políticos, a rejeitar com firmeza qualquer tipo de violência e a estabelecer o diálogo baseado na verdade, no reconhecimento recíproco, na busca do bem comum e no amor pela Nação. Peço aos fiéis para rezarem e trabalharem pela reconciliação e pela paz”, disse.
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Domingo, 21 de abril de 2013, 09h01

Papa preside ordenação sacerdotal e pede: "sejam Pastores"


Na íntegra, a homilia do Papa Francisco na missa de ordenação de novos sacerdotes






Na manhã deste domingo, 21, o Papa Francisco presidiu, na Basílica de São Pedro, a ordenação de dez novos sacerdotes para a diocese de Roma. Antes da celebração, o Santo Padre dirigiu-se à Sacristia para rezar junto com os ordenandos, confiando seus ministérios a Nossa Senhora, um gesto que costumava realizar por ocasião das ordenações sacerdotais na Argentina.

Acesse
.: Íntegra da homilia do Papa


O Santo Padre iniciou a homilia refletindo sobre o ministério ao qual estavam sendo elevados os ordenandos. “Como vocês bem sabem, o Senhor Jesus é o único Sumo Sacerdote do Novo Testamento, mas nele também todo o povo de Deus foi constituído povo sacerdotal”.

Após, explicou que Jesus quis, entre todos os discípulos, escolher alguns em particular, para exercerem publicamente na Igreja, em seu nome, a missão sacerdotal em favor de todos os homens. E acrescentou “O Pai enviou Jesus, que por sua vez enviou primeiramente os apóstolos e depois os bispos e os seus sucessores, aos quais foram dados os presbíteros como colaboradores, que, unidos no ministério sacerdotal, são chamados ao serviço do povo de Deus”.

Dirigindo-se aos que receberiam a ordem do presbiterado, o Santo Padre recordou que eles seriam participantes da missão de Cristo, único Mestre. “Proclamem a todos a Palavra de Deus que vocês mesmos receberam com alegria. Recordem-se de vossas mães, de vossas avós, de vossas catequistas que deram a vocês a palavra de Deus, a fé...aquele dom da fé. Transmitiram a vocês este dom da fé. Leiam e meditem assiduamente a Palavra do Senhor, para acreditar naquilo que leram, para ensinar aquilo que aprenderam da fé, e para viver aquilo que ensinaram.”

Falando sobre os sacramentos do Batismo, que agrega novos fiéis ao Povo de Deus, e o da Penitência, que perdoa os pecados em nome de Cristo e da Igreja, o Santo Padre recordou a necessidade da misericórdia e o carinho pelos anciãos. “Hoje vos peço em nome de Cristo e da Igreja, por favor, não se cansem de serem misericordiosos. Com o óleo santo dareis alívio aos enfermos e também aos anciãos. Não tenham vergonha de ter ternura com os anciãos...Celebrando os sagrados ritos e elevando nas diversas horas do dia orações de louvor e súplica, sereis a voz do Povo de Deus e de toda a humanidade”.

Francisco também pediu que, conscientes de terem sido escolhidos entre os homens e constituídos em seu favor para esperar nas coisas de Deus, os novos sacerdotes exercitem com alegria e com caridade sincera a obra sacerdotal de Cristo, unicamente com a intenção de agradar a Deus e não a eles mesmos. "Sejam pastores, não funcionários. Sejam mediadores, não intermediários”.

Na conclusão, o Santo Padre pediu-lhes para “terem sempre diante dos olhos o exemplo do Bom Pastor, que não veio para ser servido, mas para servir e para procurar salvar aquilo que estava perdido”. 







quinta-feira, 18 de abril de 2013

COMUNICAMOS aos amigos e amigas de Aracoiaba e da Região 

do Maciço de Baturité e Fortaleza, que ontem, 17/abril/2013, às 

18h35min, mudou-separa a Casa do Pai,  

MARIA NAZARÉ OLIVEIRA DO NASCIMENTO, 

aos 83 anos de idade, na cidade de Fortaleza-CE.




NAZARÉ Leite,fora casada com José Leite do 

Nascimento (in memoriam), irmão da Srtas.  Geraldina Leite e 

Maria Leite.Residia na Rua Juvenal Galeno,

antiga Rua do Cemitério.

Seus filhos: Celi,Célia,Celma, 

Celina,Pedro, José Wilson,José Milton, José Humberto e Ronaldo , 

comunicam que a Santa Missa  de corpo presente e o 

sepultamento, 

serão hoje, dia 18/04, às 16h na cidade de Aracoiaba

A qualquer momento comunicaremos o horário do

Santa Missa e do sepultamento. Somos 

gratos as generosas orações de todos vocês. SEJA FEITA A 

SANTÍSSIMA VONTADE DE DEUS!

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Papa Francisco telefona a Bento XVI pelo seu aniversário

Felicitações

Francisco telefonou ao Papa emérito Bento XVI para felicitá-lo por seu aniversário
Da Redação, com Rádio Vaticano

Na manhã desta terça-feira, 16, o Papa Francisco telefonou para Bento XVI, por ocasião do seu aniversário de 86 anos, para felicitá-lo. O Santo Padre estendeu as saudações ao irmão do Papa emérito, monsenhor Georg Ratzinger, que está há alguns dias em Castelgandolfo, para festejar de maneira familiar e fraterna a celebração de hoje.
Nesta manhã, o Papa Francisco colocou o aniversário de Bento XVI como intenção da Missa celebrada na Casa Santa Marta, convidando os presentes à oração, com estas palavras: “Hoje é o aniversário de Bento XVI, ofereçamos a Missa por ele, para que o Senhor esteja com ele, o conforte e lhe dê muita consolação”.
Na próxima terça-feira, 23, dia de São Jorge, o irmão de Bento XVI festejará o seu onomástico, como também o Papa Francisco. Onomástico é o dia em que a Igreja celebra um santo, cujo nome coincide com seu nome de batismo

terça-feira, 16 de abril de 2013

Terça-feira, 16 de abril de 2013, 08h30

Papa emérito Bento XVI completa 86 anos nesta terça-feira

Kelen Galvan
Da Redação, com colaboração de André Alves e Jéssica Marçal


Arquivo
Bento XVI conduziu a Igreja Católica por quase oito anos
O Papa emérito Bento XVI completa 86 anos de vida nesta terça-feira, 16. Suas virtudes e qualidades se tornaram marcas em seus quase oito anos de Pontificado, que seriam completados nesta sexta-feira, 19.

Para homenageá-lo, os bispos presentes na 51ª Assembleia Geral da CNBB, destacaram as qualidades e marcas deixadas pelo Papa emérito.

A brandura e a paternidade de Bento XVI foi destacada pelo Bispo emérito de Campos dos Goytacazes (RJ), Dom Roberto Gomes Guimarães. Ele recordou que após sua eleição, no Conclave de 2005, alguns ficaram receosos, por ele ser alemão, de que fosse muito rígido e, no entanto não foi assim. "Foi um Papa de uma brandura extraordinária, e portanto naquela missão dele de pastor de toda Igreja, foi uma qualidade que se destacou e que era muito necessária".

Outro aspecto destacado por Dom Roberto é a sabedoria de Bento XVI. "É um grande teólogo e, ao mesmo tempo, teve essa visão de pastorear a Igreja em todo o mundo. Se fôssemos numerar tudo aqui seria uma palestra: 'o perfil de Bento XVI'".

O bispo auxiliar de Campo Grande (MS), Dom Eduardo Pinheiro da Silva, recordou que, entre tantas marcas deixadas por Bento XVI, está a seriedade na questão da vocação do cristão, "de discípulo-missionário". "Ele reforçava muito isso, e toda vez que falava à juventude, valorizava esse aspecto. Um dos pontos que ele sempre trabalhava: não tenham medo ou seja, sejamos convictos da vocação e ousados na nossa transmissão, abordagem no nosso trabalho missionário".

Os ensinamentos sobre a racionalidade da fé, foi destacada pelo Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta. Segundo ele, Bento XVI foi um grande teólogo que demonstrou que, "se a fé tem um coração, uma adesão, também tem bases racionais que precisam ser aprofundadas".

"Diante de um mundo que muitas vezes não raciocina em tantas coisas, esse grande homem, esse grande teólogo, ajudou justamente a colocar essas bases para aquele que realmente acredita, aquele que reza, que tem uma religião, tem uma certa racionalidade naquilo que faz e possa aprofundar sua fé racionalmente, além de sua adesão a Jesus Cristo e a uma vida nova".

Desde o fim de seu Pontificado, no dia 28 de fevereiro, Bento XVI permanece na residência apostólica de Castel Gandolfo, onde aguarda o término das reformas no Mosteiro Matter Ecclesiae, no Vaticano, onde irá residir.
Tags: Bento XVI bispos homenagem aniversário assembleia CNBB 2013
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Bispo comenta nova versão do Catecismo que será lançada pela CNBB

Jéssica Marçal
Enviado especial a Aparecida (SP)


Arquivo/POM
Dom Sérgio acredita que devem se multiplicar as iniciativas de estudo do Catecismo
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) vai lançar uma nova versão do Catecismo da Igreja Católica. A previsão é de que esta nova versão seja lançada oficialmente na manhã de quinta-feira, 18, durante a 51ª  Assembleia Geral dos bispos.

O presidente da Comissão Episcopal para a Doutrina da Fé, Dom Sérgio da Rocha, que é arcebispo de Brasília e participa da Assembleia, informou que o pedido de atualização do Catecismo para o Brasil partiu da própria Santa Sé. Foi uma recomendação para valorizar mais o Catecismo, em especial neste Ano da Fé, tornando-o mais acessível ao povo. 

O arcebispo explicou que tenta-se atingir essa maior acessibilidade de duas formas: procurando atualizar a linguagem, respeitando o que é o conteúdo original do Catecismo, e as citações bíblicas.

Acesse
.: Todas as notícias sobre a 51ª  Assembleia Geral da CNBB


Dom Sérgio disse que a finalidade primeira do Catecismo da Igreja Católica era servir de base para que outros catecismos locais fossem feitos. Dessa forma, o Catecismo não substitui essas outras traduções, mas o ideal, segundo o arcebispo, é que o povo possa conhecer o conteúdo original do livro. “O ideal é que as pessoas tenham acesso ao texto do Catecismo, por isso todo esse esforço para que o Brasil, o povo brasileiro, independente de maior conhecimento, maior grau acadêmico, possa ter acesso a ele”.

Mas além de fazer com que o texto chegue às mãos das pessoas, Dom Sérgio defende a multiplicação de iniciativas de estudo do Catecismo. “Se é bom a pessoa, espontaneamente, ler o Catecismo e estudá-lo, com certeza ela terá um proveito ainda maior se isso for feito em grupo, juntos. Onde? Nas paróquias, nos movimentos, nas pastorais. E graças a Deus está havendo uma série de iniciativas”, disse.

Ano da Fé

Essa nova versão do Catecismo vem justamente durante o Ano da Fé, proclamado pelo Papa Emérito Bento XVI. Dom Sérgio lembrou que Bento XVI, na Carta Apostólica Porta Fidei, indicou o Catecismo como um dos principais instrumentos para viver esse Ano.

Essa indicação, segundo Dom Sérgio, é porque no Catecismo encontra-se conteúdos fundamentais da fé, na linha da fé professada, celebrada e vivida. “Ao lançarmos uma nova versão do Catecismo, uma versão atualizada em Língua Portuguesa para o Brasil aqui na Assembleia, estamos destacando esta relação que existe entre a celebração dos 20 anos do Catecismo da Igreja Católica e o Ano da Fé, mas em especial a relação entre o Catecismo como tal e a fé. A fé fundamenta o Catecismo, que deve ser fonte para as pessoas beberem da fé e crescerem na fé”.

O arcebispo destacou ainda a necessidade de católicos que saibam dar as razões da fé, e o Catecismo ajuda nisso. Esse processo, porém, deve ser feito não só com bom conhecimento, mas com convicção que vem da vivência. “Eu sempre digo que a fé tem a ver sim com a nossa inteligência, por isso que é preciso dar as razões da fé, mas não são razões que estão apenas na cabeça.  A fé tem que passar pelo coração, pela confiança em Deus, pela esperança em Deus e pela fidelidade”, disse.

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Veja o que foi destaque na coletiva com os bispos nesta terça-feira

Jéssica Marçal
Enviado especial a Aparecida (SP)


Jéssica Marçal/CN
Da esquerda para a direita: Dom Francesco, Dom Murilo e Dom Cláudio, durante coletiva na tarde desta terça-feira, 16
Bispos que participam da 51ª Assembleia Geral da CNBB atenderam novamente a imprensa em entrevista coletiva na tarde desta terça-feira, 16. Entre os assuntos em pauta, esteve a questão do ecumenismo e diálogo inter-religioso.

Participaram da coletiva o arcebispo emérito de São Paulo, Cardeal Cláudio Hummes, o arcebispo de Salvador (BA) e Primaz do Brasil, Dom Murilo Krieger e o bispo de Barra do Piraí (Volta Redonda, RJ), Dom Francesco Biasin, que é o presidente da Comissão Episcopal para o Ecumenismo e Diálogo Inter-Religioso.

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Logo no início da coletiva, o porta-voz da Assembleia, Dom Dimas Lara Barbosa, fez um breve resumo das atividades realizadas pela manhã, como uma reflexão sobre a Igreja e as eleições. Ele informou que no período da tarde, os bispos discutem orientações para as novas formas de vida religiosa e novas comunidades e reflexão sobre a vida religiosa monástica e contemplativa. Deve-se falar ainda sobre a criação do Regional do Tocantins.

O primeiro a falar foi o Cardeal Cláudio Hummes. Referindo-se ao tema central da Assembleia, "Comunidade de comunidades: uma nova paróquia", Dom Cláudio lembrou que a renovação das paróquias é um desejo antigo, a fim de que elas se tornem realmente missionárias, estando mais próximas do povo. E agora a assembleia vem debater sobre isso, o que é um grande desafio. "Além de formar uma comunidade, deve-se providenciar a sua continuidade, organizar quem as coordena, as anima, porque se não amanhã elas se dissolverão", disse.

Já Dom Murilo destacou, dentre todos os aspectos da Assembleia, a questão da convivência. Ele afirmou que os bispos sempre trazem pensamentos diferentes sobre diversas questões, mas sempre há o ponto comum que é Jesus Cristo. O arcebispo também citou o texto que foi aprovado sobre eleições. Ele disse que os bispos devem sempre lembrar o papel importante dos leigos na política, sobretudo tendo em vista a orientação de fé.

"Isso tudo aumenta nossa responsabilidade de formar pessoas, não para formar um bloco católico para defender interesses, mas no sentido de olhar juntos para o bem comum". Ele acredita que esta nota feita nesta Assembleia vai servir como base para os subsídios que as dioceses e regionais costumam produzir nos anos das eleições.

Outro assunto abordado na coletiva foi o ecumenismo e diálogo inter-religoso. O presidente da Comissão, Dom Biasin, explicou a diferença entre ecumenismo e diálogo inter-religioso. Enquanto o primeiro refere-se ao diálogo entre religiões cristãs, o segundo é o diálogo com outras religiões. Dom Franceso destacou que a origem do diálogo inter-religioso é bíblica. "São apresentados fatos na Bíblia, no Antigo Testamento, em que Israel se encontra com expoentes de outras religiões", disse.

Encerrando as atividades do dia, os bispos participam logo mais, às 18h45, de uma celebração ecumênica. Com relação a esta celebração, segundo informou Dom Franceso durante a coletiva, estarão presentes, representadas por seus respectivos líderes religiosos: a Igreja Evangélica de Confissão Luterana, Igreja Presbiteriana Unida, Igreja Episcopal Anglicana do Brasil e Comunidade Pentecostal chamada 'Carisma'. A presença da Igreja Apostólica Armênia ainda não está confirmada, mas é esperada.