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terça-feira, 6 de agosto de 2013

Terça-feira, 06 de agosto de 2013, 08h54

"Façam Barulho": padre comenta fala do Papa Francisco na JMJ


Padre Joãozinho scj


Arquivo Pessoal
Padre Joãozinho destaca como marcante a fala do Papa aos argentinos na JMJ

“Façam Barulho!”

Ainda ressoam forte em nossos ouvidos as frases marcantes do Papa Francisco durante a recente Jornada Mundial da Juventude, no Rio de Janeiro. Ele conseguiu dizer de modo simples e compreensível o que filósofos e teólogos costumam dizer de modo complexo. Somente quem entende a complexidade pode exprimir-se de modo tão direto, breve, relevante e simples. Como diz Adélia Prado “é dificílima esta simplicidade”.
    
Acompanhei tudo em tempo real e inserido como peregrino no Rio de Janeiro. Difícil escolher o momento mais marcante e perene. Será inesquecível a confidência do menino Natam aos ouvidos do emocionado Francisco: “Papa, eu quero ser padre”. Inusitada sua entrada em uma igreja da Assembleia de Deus na comunidade de Varginha, onde pediu para rezar com os pastores. Interessante o modo como encarna e insiste naquilo que chama “cultura do diálogo”. Não abre mão do face-a-face. Quem não ficou encantado com o vidro de seu carro popular, sempre aberto... até mesmo durante o desconcertante e constragedor momento em que ficou preso no engarrafamento, logo na chegada?
    
Posso dizer que nesta JMJ momentos grandiosos ficaram pequenos e pequenos gestos serão eternizados. Um destes “momentos menores” teria sido o seu encontro com os compatriotas argentinos, na catedral do Rio de Janeiro, na quinta-feira, 25 de julho. Como ele mesmo explicou, não fazia parte da agenda oficial. Mas ele pediu e prontamente foi atendido. Retardou o horário do almoço e, após uma manhã instensa, foi para o esperado encontro com os argentinos. Foi um grande momento!

Não havia discurso preparado. Chegou sem papel na mão. Falou direto de seu coração. Preciso ser sincero. Foi o discurso que mais me impactou. Nenhuma palavra me sai da memória. Foram palavras tão espontâneas quanto sistemáticas e profundas. Um conselho atravessou todo o seu breve pronunciamento.  ¡Hagan lío! Literalmente é fazer confusão. Mas o Papa estava à vontade para utilizar as expressões próprias de sua origem portenha. Em Buenos Aires esta expressão significa “fazer barulho; fazer-se ouvir; não ficar passivo; reagir; não se acomodar; agitar; ir para as ruas e fazer acontecer”. Os jovens argentinos presentes naquela catedral entenderam imediatamente. Levei um pouco mais de tempo. Conversei com alguns argentinos e consegui entender a convocação de Francisco para que em cada paróquia e diocese os jovens sejam protagonistas da evangelização e que não se deixem calar: “Façam barulho!”

Neste mesmo discurso Francisco falou que a sociedade atual está “entrando em parafuso”. Explicou que as duas pontas da consistência social são excluídas e colocadas uma contra a outra: idosos e jovens. A ambos é negada a palavra e o trabalho. O Papa exortou os jovens a que recebam a reserva cultural que vem dos idosos; que os respeitem, escutem e se aliem a eles para “fazer barulho” contra este perverso sistema de exclusão. 

Ainda encontrou espaço para alertar os jovens de que vivemos em uma “sociedade líquida”. Tudo é subjetivo e relativo. Ele brincou dizendo que podemos fazer suco de banana ou de laranja, mas não podemos fazer “suco da fé”, ou seja, não podemos diluir a fé em objeto de consumo ou mero entretenimento religioso. É uma mensagem forte que merece muita reflexão. Como anda a nossa evangelização? Será que não estamos preocupados demais em vender o nosso peixe? Será que não estamos revestindo a cruz com sabor de chocolate ou com a melodia de belas canções? Será que não estamos diluindo a fé para que seja aceitável nesta sociedade consumista? Alguém me disse que “gostou muito” da “minha” missa. Não sabe o quanto isso me preocupou. Estamos celebrando missas “gostosas”? Enquanto isso Francisco continua a proclamar profeticamente: FAÇAM BARULHO!



Padre João Carlos Almeida, mais conhecido como Padre Joãozinho, scj, é sacerdote da Congregação dos Padres do Sagrado Coração de Jesus, os Dehonianos. Doutor em Teologia e em Educação, já escreveu 35 livros com temas que vão de espiritualidade a teologia e formação de lideranças. Compositor inspirado, padre Joãozinho já produziu mais de trinta CDs. Atualmente reside em Taubaté-SP e é professor na Faculdade Dehoniana.

Todas às terças-feiras, você acompanha no noticias.cancaonova.com a reflexão de quatro colunistas sobre os temas: frases marcantes do Papa Francisco, defesa da vida, liturgia e teologia moral.

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domingo, 4 de agosto de 2013

BEM-VINDO,MÊS DE AGOSTO!!!

Deus abençoe a todos nós!

O MÊS DE AGOSTO É UM MÊS VOCACIONAL:

O Mês de Agosto, conforme o costume da Igreja no Brasil, é dedicado a oração, reflexão e ação nas comunidades sobre o tema das vocações. Por isso, lembra-se:

1ª Semana: VOCAÇÃO PARA O MINISTÉRIO ORDENADO: diáconos, padres e bispos;


2ª Semana: VOCAÇÃO PARA A VIDA EM FAMÍLIA: (Atenção especial aos pais);

3ª Semana: VOCAÇÃO PARA A VIDA CONSAGRADA: religiosos(as) e consagrados(as) seculares.

4ª Semana: vocação para os ministérios e serviços na comunidade.

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Povo querido de Deus, hoje é o Dia do Padre!


Hoje é o Dia do Padre!


Ele nos anuncia a Boa Nova de Jesus e nos traz Jesus na Eucaristia!


Ele é um outro Cristo no meio de nós e por nós!


Pe. Evando,um jovem sacerdote, apaixonado por Jesus Cristo, um filho querido de Nossa 

Senhora,dotado de uma larga inteligência, de homilias cheias de unção e espírito de 

criatividade, 

virtudes partilhadas com seus paroquianos.


Nós, de Aracoiaba,somos gratos pelo trabalho edificante de evangelização do Pe. Evando em 

nossa paróquia.

A ele, nosso pastor paroquial, a gratidão e o reconhecimento de todos nós!

Somos eternamente gratos a todos os sacerdotes que partilharam a Boa Nova e nos nos 

trouxeram Jesus Cristo na Eucaristia, ao longo desses 99 anos de evangelização e dedicação ao 

povo de Deus presente na Paróquia de Aracoiaba.

Deus seja louvado por todos esses santos sacerdotes!


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Hoje é DOMIMGO, Dia do Senhor!

Dia para nos reunirmos - numa grande família - em nossa Igreja Paroquial, - para celebrarmos o augusto Sacrifício da SANTA MISSA.

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Amigo(a), você já participou da Santa Missa,hoje? 
Lembre-se: uma semana com Missa, semana abençoada! 
Procure a Igreja mais próxima da sua residência e vá louvar e agradecer a Deus, por Jesus Cristo, pelo maravilhoso dom de sua vida.

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Evangelho deste DOMINGO, turma amiga!
Vamos lê-lo, rezá-lo e vivê-lo!
Jesus é o nosso Caminho, Verdade e Vida!!!



Evangelho - Lc 12,13-21

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo:
13 Alguém, do meio da multidão, disse a Jesus: 'Mestre,
dize ao meu irmão que reparta a herança comigo.'
14 Jesus respondeu:
'Homem, quem me encarregou de julgar
ou de dividir vossos bens?'
15 E disse-lhes:
'Atenção! Tomai cuidado contra todo tipo de ganância,
porque, mesmo que alguém tenha muitas coisas,
a vida de um homem não consiste na abundância de bens.'
16 E contou-lhes uma parábola:
'A terra de um homem rico deu uma grande colheita.
17 Ele pensava consigo mesmo:
'O que vou fazer?
Não tenho onde guardar minha colheita'.
18 Então resolveu: 'Já sei o que fazer!
Vou derrubar meus celeiros e construir maiores;
neles vou guardar todo o meu trigo,
junto com os meus bens.
19 Então poderei dizer a mim mesmo:
- Meu caro, tu tens uma boa reserva para muitos anos.
Descansa, come, bebe, aproveita!'
20 Mas Deus lhe disse: 'Louco!
Ainda nesta noite, pedirão de volta a tua vida.
E para quem ficará o que tu acumulaste?'
21 Assim acontece com quem ajunta tesouros para si mesmo,
mas não é rico diante de Deus.'

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.


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Eis a EXPLICAÇÃO do EVANGELHO de HOJE.: 
A vaidade não preenche.


Por que andamos na vida tantas vezes preocupados, ansiosos, nervosos, ou achamos que a nossa vida muitas vezes perde o sentido? É porque vaidade não preenche.

“Vaidade das vaidades, diz o Eclesiastes, vaidade das vaidades! Tudo é vaidade” (Ecl 1,2).

A primeira leitura desse 18º Domingo do Tempo Comum, serve como referencial para nós, até para podermos entender realmente aquilo que Jesus veio nos ensinar.

Nós passamos praticamente a vida inteira correndo atrás de vaidades. Eu digo a você que vaidade é aquilo que vai, não é aquilo que permanece. Nós nos preocupamos muito com o superficial, nos preocupamos demais com as aparências, em adquirir bens, em ganhar isso e aquilo… E não temos o cuidado devido com a alma, com o espírito.

Não cuidamos devidamente em aplicar na nossa vida os princípios divinos, os princípios do Evangelho.

E por que andamos na vida tantas vezes preocupados, ansiosos, nervosos, ou achamos que a nossa vida muitas vezes perde o sentido? É porque vaidade não preenche. Vaidade é só ilusão, fantasia, máscara!

E você sabe: depois que passa o baile, depois que passa o uso dessas fantasias todas, nós caímos em si e percebemos que nada disso nos preencheu.

Que bom que muitos podem perceber isso ao longo da vida. Alguns só conseguem perceber no final dela. E outros nem têm tempo de perceber que passou a vida perdendo a vida, jogando a vida fora, vivendo a vida como se ela fosse uma coisa muito curta, passageira, e não dando sentido a ela. Por isso, São Paulo nos diz na segunda leitura: “Irmãos: Se ressuscitastes com Cristo, esforçai-vos por alcançar as coisas do alto, onde está Cristo, sentado à direita de Deus; aspirai às coisas celestes e não às coisas terrestres” (Cl 3,1-2).

Sabe, a gente gasta a vida toda preocupado em acumular isso e aquilo, procurando acumular fortunas, deixar tantas coisas… E nada disso permanece. Se você quer deixar um bem incomensurável, que jamais a terra poderá roubar de você, nem quando você partir dessa vida para o encontro definitivo com a eternidade, deixe valores. Deixe realmente uma vivência de vida que seja exemplar. O resto? Tudo perece, tudo passa. O que permanece é aquilo que fizemos de bem para os outros.

Que Deus abençoe você.

domingo, 28 de julho de 2013

Papa Francisco trocado em miúdos.


Papa Francisco trocado em miúdos
Johannes Gierse *
O mundo todo se surpreende e se encanta com as palavras, e mais ainda com os gestos e atitudes do bispo de Roma: (1) as pessoas de outras religiões, de outras igrejas cristãs, talvez pelo testemunho de uma autoridade que sabe ser humilde, simples e sorridente; (2) a mídia, talvez pelo fato de poder divulgar aquilo que ela sempre precisa: novidades, sensações, manchetes; (3) os católicos, pelo que, há tempo, não viam mais na nossa Igreja (hierárquica) e agora enxergam com nitidez: um papa que é pai de todos, um representante de Jesus Cristo, pobre e peregrino, bem semelhante daquele que se tornou um segundo Cristo: Francisco de Assis.
Então, o mundo (católico) tem os olhos fixos nele e se encanta, gosta, admira, bate palmas, apoia, quer mais... E este é apenas o começo! Há muitas perguntas pairando no ar a respeito das mudanças - e a maneira de fazê-las - que papa Francisco pretende e precisa fazer. No entanto, a questão mais básica é essa: quando é que os católicos começarão a trocar o papa Francisco em miúdo? Quando e como as ovelhas começarão a seguir o seu pastor? Vejamos alguns exemplos! Quais outros você acrescentaria?
1. Muitos ficam animados quando ele deseja "uma Igreja pobre, para os pobres", e que "...temos que realizar os trabalhos da Igreja, mas com um coração de pobreza, não com o coração do investimento ou do empresário"; pois, isso é viver o Evangelho, isso é o jeito de Francisco de Assis (isso é o resgate implícito da Teologia e da Igreja da libertação, como alguns interpretam). E assim ele faz: chegando ao aeroporto do Rio de Janeiro ficamos pasmos quando o papa embarcou num carro pequeno. "Por que não? Se eu posso, vocês podem também!" ele quer nos dizer. - Significa que doravante os cardeais e bispos, os leigos de classe alta vão deixar seus carros de luxo (o modelo de última geração) trocando-o por um mais simples, popular!? E quantas outras mudanças radicais acontecerão!
2. Comovemos-nos quando o "Papa do povo" na Praça de São Pedro, nas ruas do Rio de Janeiro ou em Aparecida abraça e abençoa as criancinhas, as pessoas com deficiência. E ele não faz nada demais, pois Jesus disse: "Deixem as crianças vir a mim... porque o Reino de Deus pertence a elas!" (Lc 18, 16). - Isso significa que futuramente os padres e ministros acolherão e abençoarão as crianças e seus pais ao chegarem à Igreja; significa que os padres tratarão os seus fiéis com mais ternura tendo tempo, um sorriso, uma palavra que toca...
3. Suscita fortes emoções em nós ver o Santo Padre após um dia cansativo e apesar do frio e da chuva visitar e abençoar o Hospital São Francisco, centro de recuperação para dependentes químicos e legado social da JMJ. Aí ele ouve e abraça os leprosos deste milênio. Tocam-nos as palavras de Francisco ao citar as palavras de Jesus do Bom Samaritano, e concordamos no nosso íntimo dizendo: "Assim eu quero ser e fazer! Não digo mais ‘não é o meu problema', não olho mais para o outro lado!" - Trocar as palavras do papa em miúdos significa que uma pessoa, 100% engajada numa comunidade eclesial, que ao longo de 12 anos nunca visitou um projeto semelhante na sua própria cidade (o papa chama isso indiferença globalizada), agora vai fazer isso! Significa que pessoas que se autopromovem ou aproveitam do seu engajamento social, agora vão descobrir o valor do trabalho voluntário e da gratuidade!
4. Concordamos também com suas palavras baseadas na Doutrina Social e citadas do Documento de Aparecida (395) que dizem que "a Igreja, ‘advogada da justiça e defensora dos pobres diante das intoleráveis desigualdades sociais e econômicas, que clamam ao céu', deseja oferecer a sua colaboração em todas as iniciativas que signifiquem um autêntico desenvolvimento do homem todo e de todo o homem". - Isto significa que de hoje em diante, mais católicos se engajam nas obras de caridade, nas Pastorais Sociais, na Escola Fé e Política! Trocar isso em miúdos significa redistribuir o dízimo: não mais 90% para a dimensão religiosa, e apenas 8% para a dimensão missionária e 2% a social!
5. Achamos bem fraterno e ousado o gesto do Papa no final da missa em Aparecida (dia 24/07) - embora a mídia não tenha bem transmitido - quando ele cumprimentou representantes de outras religiões e igrejas com um abraço e ósculo da paz, querendo dar para todos nós um sinal de acolhida inter-religiosa e ecumênica. - Isto significa também que nas próximas oportunidades - vigília pelas vítimas da Aids, culto no dia internacional do combate à Aids (01/12), e tantas outras - católicos, evangélicos, espíritas etc. celebram juntos o Deus da vida, da esperança e do amor.
6. O coração da gente se alegra ao ouvir o papa Francisco falando nossa língua: "...quando planejava a minha visita ao Brasil, o meu desejo era poder visitar todos os bairros deste País. Queria bater em cada porta, dizer ‘bom dia', pedir um copo de água fresca, beber um ‘cafezinho', falar como a amigos de casa, ouvir o coração de cada um, dos pais, dos filhos, dos avós...Hoje a todos vocês, especialmente aos moradores dessa Comunidade de Varginha, quero dizer: Vocês não estão sozinhos, a Igreja está com vocês, o Papa está com vocês". - Isto significa que as grandes carências missionárias nas periferias das metrópoles, na vasta Amazônia e nas paróquias mais pobres do Nordeste agora vão acabar, pois as dioceses que tiverem mais padres enviarão onde tem menos para baterem em cada porta, tomar cafezinho e falar como amigos de casa. Se o papa faz, por que não os padres e bispos?
7. Ficamos encantados com que naturalidade e cordialidade o papa arrasta milhões de jovens - não somente em dias de JMJ - tocando seus corações! - Isto quer dizer que as gerações adultas não devem criar barreiras diante dos jovens, mas sim, ir ao seu encontro e depositar confiança neles; especialmente em nossas comunidades eclesiais.
Francisco, o pastor (supremo) do rebanho, está dando seu testemunho de Cristo; cabe a nós, ovelhas, trocar em miúdos, aplicar, vivenciar o que ele diz e pratica! Ele repete-nos as palavras de Jesus: "Eu lhes dei um exemplo: vocês devem fazer a mesma coisa que eu fiz" (Jo 13, 15).
Mas, além dos gestos e das palavras do papa, mais "alguém" falou nos dias da JMJ: Como explicar que num país tropical, na cidade maravilhosa, no final de julho, bate uma das frentes mais frias no Sul/Sudeste do país, de forma que os romeiros sofrem com a chuva e o frio, e o Campo da Fé vira lamaçal? Se "a fé da juventude é mais forte do que a chuva e o frio", trocando em miúdos, isso significa: botar fé nos jovens que solucionarão as causas das mudanças climáticas: juventude = com sabor da fé = em missão = salva a vida no planeta!
* Brasil, durante a Jornada Mundial da Juventude 2013 -
 frei Johannes Gierse, franciscano.

Fonte: Johannes Gierse / Revista Missões

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sexta-feira, 26 de julho de 2013

Papa Francisco atende a cinco jovens em confissão

Momento de graça!


Alexandre Oliveira

Da Redação

Na manhã dessa sexta-feira (26), o Papa Francisco iniciou a agenda do dia atendendo confissões no Parque da Quinta da Boa Vista, um dos locais onde estão instalados os confessionários e onde também acontece a Feira Vocacional da JMJ.
O Sumo Pontífice chegou por volta das 9h30 da manhã, cumprimentou alguns religiosos e voluntários, no local, e foi logo atender a confissão de cinco jovens, sendo três homens e duas mulheres. Foram três do Brasil, um da Venezuela e um da Itália. Eles foram sorteados pelo sistema de inscrição. Antes das confissões, os nomes não foram divulgados para preservar a identidade dos penitentes, que também foram orientados a se manter em sigilo. De acordo com a direção do evento, o sorteio foi realizado por idiomas e não por países.
Após a confissão dos cinco jovens, nosso enviado especial ao Rio, Daniel Machado, conversou com dois deles, que expressaram os momentos vividos com o Santo Padre:
“Foi um momento muito marcante para todos nós. Um momento único que a gente viveu. Deu pra ver como o Papa é humilde, como ele tem um carinho muito grande para com a juventude. Em todo momento, ele olhava no meu olho e eu via esta simplicidade que brotava do coração dele”,declarou o jovem Wellington de Melo (23 anos), que reside em Campo Grande (RJ).
"Foi um momento muito marcante para todos nós", declarou o jovem Wellington
“Foi um momento muito marcante para todos nós”, testemunhou o jovem Wellington
Outro jovem, o cuiabano Marco Antônio, de 21 anos, disse: “Quando o Papa foi se aproximando dos confessionários, o meu coração começou a bater muito forte. Fiquei muito emocionado, mas depois eu fui me acalmando e, na hora da confissão, já estava com o coração bem mais tranquilo. No final da confissão, ele disse que me daria o perdão de todos os meus pecados de toda a minha vida, por causa da indulgência. Eu entendi bem isto, porque ele falou meio em espanhol e não vou esquecer estas palavras para o resto da minha vida”.
"Não esquecerei as palavras do Papa pro resto da minha vida" afirmou o jovem Marco Antônio
“Não esquecerei as palavras do Papa pro resto da minha vida”, afirmou o jovem Marco Antônio
Além dos confessionários desenhados especialmente para a Jornada (inspirados no formato do Morro do Corcovado), o espaço da Feira Vocacional, na Quinta da Boa Vista, possui também uma tenda de 600 m² para adoração ao Santíssimo Sacramento. Estão programadas também atividades nas tendas a cada meia hora, com testemunhos, palestras e apresentações musicais.
As confissões duraram cerca de 30 minutos. Após esse momento, o Santo Padre seguiu em direção ao Palácio São Joaquim, na Glória, Zona Sul do Rio de Janeiro, onde vai se encontrar com jovens detentos e, depois, ao meio dia, rezar a oração do Angelus.
Papa Francisco deixa os confessionários em direção ao Palácio São Joaquim
Papa Francisco deixa os confessionários em direção ao Palácio São Joaquim












Papa reza o Angelus junto com a juventude

No Dia São Joaquim e Sant'Ana


Em seu discurso, o Pontífice destaca o valor da família
Papa Francisco chegou ao Palácio Arquiepiscopal São Joaquim, na Glória, residência oficial do Arcebispo do Rio, por volta das 11h, para o encontro com alguns detentos. No local, o Pontífice também acolheu os jovens para a oração do Angelus.
Do balcão central do casarão, o Santo Padre cumprimentou os fiéis e os recebeu com seu sorriso acolhedor. No início de seu discurso, Francisco convidou a todos para rezar com  Maria e lembrou aos jovens que, hoje, a Igreja celebra os pais da Virgem Maria, os avós de Jesus: São Joaquim e Sant’Ana.
No balcão do Palácio Arquiepiscopal São Joaquim, Papa Francisco acolhe os jovens para oração do Angelus
No balcão do Palácio Arquiepiscopal São Joaquim, Papa Francisco acolhe os jovens para oração do Angelus.
“Na casa deles, veio ao mundo Maria, trazendo consigo aquele mistério extraordinário da Imaculada Conceição; na casa deles, cresceu, acompanhada pelo seu amor e pela sua fé; na casa deles, aprendeu a escutar o Senhor e seguir a sua vontade. São Joaquim e Sant’Ana fazem parte de uma longa corrente que transmitiu o amor a Deus, no calor da família, até Maria, que acolheu em seu seio o Filho de Deus e o ofereceu ao mundo, ofereceu-o a nós.”
Com essas palavras, o Pontífice frisou o valor precioso da família como lugar privilegiado para transmitir a fé e lembrou aos presentes que, hoje, no Brasil, como em outros países, se celebra a festa dos avós. “Como os avós são importantes na vida da família, para comunicar o patrimônio de humanidade e de fé que é essencial para qualquer sociedade! E como é importante o encontro e o diálogo entre as gerações, principalmente dentro da família.”
O Santo Padre citou, na ocasião, o Documento de Aparecida: “’Crianças e anciãos constroem o futuro dos povos; as crianças, porque levarão por adiante a história; os anciãos, porque transmitem a experiência e a sabedoria de suas vidas’ (DAp 447). Esta relação, este diálogo entre as gerações é um tesouro que deve ser conservado e alimentado!”, completou o Sucessor de Pedro
Francisco finalizou seu discurso dizendo que, nesta JMJ, os jovens quererem saudar os avós com muito carinho e lhes agradecer pelo testemunho de sabedoria que lhes oferecem continuamente.
Após a oração do Angelus, o Papa cumprimentou os membros do Comitê Organizador da JMJ e os benfeitores do evento. Em seguida, dirigiu-se ao Salão Redondo do Palácio Arquiepiscopal para almoçar com dois jovens de cada continente, incluindo dois do Brasil.
Encerrando seus compromissos da manhã, o Pontífice retornará à sua agenda, às 18h, quando dará início à Via-Sacra com os jovens, na orla de Copacabana, e fará outro discurso.

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FORMAÇÕES

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Fazer o bem ao idoso não é perda de tempo

Para alguns idosos, envelhecer é viver a humilhação


Se ao prestarmos ajuda a uma pessoa estranha já nos traz a sensação de satisfação, maior deveria ser nossa alegria quando nos dispuséssemos a amparar nossos idosos, aqueles que fizeram parte da nossa história, sejam esses pais ou avós.

Para alguns idosos, envelhecer é viver a humilhação, pois a sensação para eles é de que no mundo já não têm mais o seu lugar. Para outros, a velhice pode significar, muitas vezes, suplicar para que sejam notados na convivência com seus parentes. Em muitos casos, essas pessoas (idosos) são tratadas como estorvos, pois quase sempre com idade avançada, progridem também as facilidades às doenças necessitando de mais cuidados.


Não é raro encontrarmos nos noticiários manchetes sobre abuso, a falta de paciência, e quase sempre violência contra aqueles que, em razão da sua debilidade física, não têm energias para se defender. Há quem consiga até mesmo usurpar-lhes a credibilidade, quando eles conseguem denunciar os ataques sofridos por aqueles que, um dia, quando bebês, foram também merecedores da atenção de quem hoje merece todo o cuidado. 

Em alguns casos, a importância do velho na família se resume apenas ao valor de uma aposentadoria. Há situações que tal numerário lhes são confiscados pelos filhos ou parentes, quando deveria garantir uma melhor condição de vida.

Conviver com alguém que percebemos dissipar suas forças a cada dia, vai exigir uma dedicação muito maior se comparado aos cuidados que teríamos com uma criança. Pois a criança com o seu próprio desenvolvimento tende a nos liberar daqueles trabalhos que envolvem os cuidados com a higiene, saúde e até mesmo a atenção para não se machucarem, enquanto que o zelo para com os idosos vai nos imputar a cada dia maior dedicação. 

Entretanto, da mesma maneira como lentamente fomos introduzindo nossos filhos dentro da dinâmica do nosso lar, tornando-os participativos, precisaremos também  envolver nossos anciãos naquilo que acontece na família, fazendo-os participativos nas conversas, nas reuniões familiares e de maneira especial, quando tivermos que tomar decisões que poderiam  propiciar melhores condições de vida a eles. Conceder-lhes o direito de opinar, acerca dos novos planos que estamos tomando os farão sentir-se mais seguros e importantes dentro da família.

"Meu filho, ajuda a velhice de teu pai, não o desgostes durante a sua vida.Se seu espírito desfalecer, sê indulgente, não o desprezes porque te sentes forte, pois tua caridade para com teu pai não será esquecida" (Eclo 3,14-15). Aquele que se dispõe a fazer o bem ao seu idoso, não deve sentir-se como se estivesse perdendo o seu tempo, pois é desse carinho dedicado que será para o idoso seu apoio.

Um abraço de quem também está envelhecendo.

Foto
Dado Moura
contato@dadomoura.com
Dado Moura é membro aliança da Comunidade Canção Nova e trabalha atualmente na Fundação João Paulo II para o Portal Canção Nova como articulista. Autor do livro Relações sadias, laços duradouros e Lidando com as crises
Outros temas do autor: www.dadomoura.com
twitter: @dadomoura
facebook: www.facebook.com/reflexoes

25/07/2013 - 08h00


JMJ: Muda a rota para vigília com o Papa


Coletiva com Autoridades locais




A transferência da Vigília de Guaratiba para Copacabana, o transporte e toda infraestrutura  foram os assuntos da coletiva de imprensa, nesta sexta-feira, 26, durante a  Jornada Mundial da Juventude, na capital fluminense (JMJ).
Materia
Coletiva de imprensa com prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes. Foto Wesley almeida
O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, iniciou a entrevista pedindo paciência aos moradores de Copacabana e afirmou que a infraestrutura do evento é muito parecida com a do Réveillon.
Em seguida, o secretário de transportes, Carlos Roberto Osório, descreveu o novo percurso da peregrinação rumo à vigília com o Papa. “Será da Central do Brasil, passando pela Avenida Presidente Vargas, Avenida Rio Branco, Aterro do Flamengo, Enseada de Botafogo, Rua Lauro Sodré, chegando a Copacabana, num total de 9,5 km”.
Osório ainda explicou que os kits peregrinos serão entregues, no Aterro do Flamengo, rota dos fiéis.  O prefeito ainda ressaltou que uma das características da JMJ é justamente o ato de peregrinar, caminhar até o espaço da vigília e também passar a noite. A partir do 12h de sábado, Copacabana será fechada com 24 pontos de bloqueio, como feito na festa de  Réveillon e do mesmo modo que tem sido feito nos dias anteriores.
Os peregrinos, que estão no Rio de Janeiro, poderão pegar metrô, ônibus e trem até a Central do Brasil.  “Vamos trabalhar, o tempo todo, tentando flexibilizar. Se a gente sentir que o fluxo de pessoas ainda não é suficientemente grande, que justifique impedir o acesso de carros, a gente pode adiar um pouco. Mas as pessoas devem se basear nesses horários”, disse Paes sobre os bloqueios.
O sacerdote, que faz parte do comitê organizador da JMJ, padre Renato Martins, diz que os jovens poderão dormir em Copacabana. Paes ressaltou ainda que aumentará a infraestrutura de banheiros e, em 24 horas, o transporte estará funcionando para levar os peregrinos de volta.

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