Dois pensamentos aos leitores e leitoras deste blog.

Dois pensamentos de boas-vindas aos leitores e seguidores deste blog:
- Mesmo que vivas um século, nunca deixes de aprender!!!
- O importante não é saber tudo, e sim, nunca perder a capacidade de aprender!



segunda-feira, 6 de outubro de 2014



Estamos em plena Festa de Nossa Senhora da Conceição 

Aparecida, Padroeira do Brasil!!!

Vejam  pela televisão ou pela internet e participem da Novena e da 

Celebração da Santa Missa, às 19h, horário de Brasília!

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Tudo sobre a nossa Mãe é lindo!

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Maria, nossa Mãe, nos leva sempre ao seu divino Filho Jesus, eis a 

sua missão de Mãe!!!

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Mãe querida, obrigado por tudo!

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sábado, 16 de agosto de 2014





Aniversário: cidade de Aracoiaba 

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Aracoiaba
124 Anos – Agosto de 1890 a 2014.
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Aracoiaba, nossa terra natal, lugar onde as aves cantam, neste dia de 16 de Agosto de 2014, completa 124 anos de história.
A Deus-Pai, nossa eterna gratidão!!!
 
 Imagem - Nossa Sra. da Conceição - Padroeira Principal de Aracoiaba.
 
Aracoiaba do passado...
Foto: Capela da Canoa ( Antigo nome da cidade.)
Nessa época a Capela de Canoa estava sob a jurisdição eclesiástica da Paróquia de Baturité.

 Aracoiaba do presente:
No dia 22 de maio maio de 1914, a Capela de Canoa passou a categoria de Paróquia.
Foto: Igreja-Matriz da Imaculada Conceição
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Aracoiaba.

A ugusta mãe de Deus

R ogai ao Pai por esta cidade

A gora e durante o seu existir.

C aiam sobre ela as vossas bênçãos

O uvi-nos ó Virgem Padroeira

I maculada Conceição!

A ssegurai-lhe a paz e a

B onança,

A mém.

(Rosira Alexandre)
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Aracoiaba, minha terra querida! No mapa geográfico, és pequena, mas no mapa do meu coração, és grande demais! A ti, meu berço natal, dedico toda minha gratidão e carinho. (Lusmar Paz)

(Bandeira Oficial de Aracoiaba)
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Hino Oficial do Município de Aracoiaba

Letra e Música: Salomão Alves de Moura Brasil.

Aracoiaba, deu-te o nome
Um rio ameno e tão sereno,
A te banhar;
E docemente, canta à sombra
O passaredo, no arvoredo
A te saudar:

Estribilho:
Ó boa terra, de meus pais
Quem te visita não te esquece mais
E eis o porquê do teu valor,
É que ofereces muito mais amor.

A Pedra Aguda, monolito
Terciário, legendário,
Lá no sertão;
Como atalaia, é referência
Ao viandante, ao navegante,
Na imensidão;

É o braço forte do teu filho
Exuberante, que constante,
Ergue o porvir;
E, corajoso, diz um "sim",
Mais uma vez, com altivez, sim!
Ao progredir.
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Pedra Aguda!
Linda! Altaneira!
Qual atalaia vigilante
Guardando toda a região
Tida como símbolo
Do inacessível
Do inatingível...
Figurando em tua bandeira!
Pedra Aguda
Cantada e encantada
Segundo reza a lenda
Em noite enluarada
Aparece uma princesa
Chorando desesperada...
E o seu príncipe nunca chega
Pra quebrar o seu encanto
E ela ser libertada...
(Rosira Alexandre - Filha natural de Aracoiaba)

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PEDRA AGUDA
Presente de Deus, 
através da natureza ,
para todos nós, Aracoiabenses!!!
(Lusmar) 
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Nosso hino diz:

"A Pedra Aguda, monolito
Terciário, legendário,
Lá no sertão;
Como atalaia, é referência
Ao viandante, ao navegante,
Na imensidão".
(Dr. Salomão) 

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Bendita sejas cidade amada
Bendito seja o teu povo
Bendito seja o teu futuro
Como bendito foi o teu passado
Cheio de lutas e de glórias!


E que a Virgem da Conceição
Que é a tua padroeira
Guarde-te e proteja-te
Agora e sempre. Amém.
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Exaltação à Aracoiaba
Creio em ti Aracoiaba,
Creio no teu presente,
Creio no teu porvir,
E glorifico o teu passado.
Por Deus tu és abençoada
E por uma fada benfazeja
Parece que fostes tocada!
Teu nome é um hino de louvor
Que as aves entoam ao Criador.
Tens no contorno do teu mapa
O desenho de um condor
Voando nas alturas...
Ou será a ave de arribação?
Que com a seca deixa o sertão?
Quem sabe não é uma andorinha
Aquela que sozinha
Não pode fazer verão?
Se olho em teu derredor
Vejo montes e matas verdejantes
Não tanta mata como antes,
Porém o suficiente
Para encher o pulmão
De ar puro, sem poluição.
Ao teu lado, vejo o rio que te deu o nome.
É preciso que os homens lutem unidos
Por sua perenização!
Se te olho mais ao longe
Deparo-me com a Pedra Aguda
Linda!
Altaneira!
Qual atalaia vigilante
Guardando toda a região,
Tida como um símbolo
Do inacessível,
Do inatingível...
Figurando em tua bandeira!
Pedra Aguda
Cantada e encantada
Segundo reza a lenda
Em noite enluarada
Aparece uma princesa
Chorando desesperada...
E o seu príncipe nunca chega
Pra quebrar o seu encanto
E ela ser libertada
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Bendita sejas cidade amada
Bendito seja o teu povo Bendito seja o teu futuro
Como bendito foi o teu passado
Cheio de lutas e de glórias!
E que a Virgem da Conceição Que é tua padroeira
Te guarde e te proteja
Agora e para sempre
Amém.
(Rosira Alexandre de Oliveira

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Uma harmoniosa terça-feira para todos nós!
Você já rezou hoje, meu irmão! Já agradeceu o "novo dia" a Deus?
Rezou pela PAZ NO MUNDO? Rezou por você, pela sua família, pelos nossos irmãos que sofrem, e por todos nós?
Iniciemos esta nova manhã, este novo dia, com uma oração...
Rezemos...


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Há vitória na oração perseverante 


Padre Edimilson Lopes
Foto: Natalino Ueda/cancaonova.com
Quero convidá-lo a tomar nas mãos a Palavra de Deus que está em Eclesiástico 35, 21: "A oração do humilde penetra as nuvens, ele não se consolará enquanto ela não chegar a Deus. E não se afastará enquanto o Altíssimo não puser nela os olhos".

Amados e amadas de Deus, o intercessor, para ser um vitorioso no campo da intercessão, precisa manter a constância. Quando Jesus fala para nós da oração perseverante, Ele nos cita a parábola da viúva insistente. E é interessante que o Senhor conta a parábola para nos dizer que é preciso orar como aquela insistência da viúva (cf. Lc 18, 1-8). Assim precisa ser a minha e a sua oração.

Quando eu era seminarista, durante as férias na cidade dos meus pais, eu fui rezar por um jovem que sofria de epilepsia. Convidei uma das minhas irmãs de comunidade para rezar pelo jovem e fomos à casa dele. Quando chegamos, à tarde, ele estava embaixo de uma árvore. Conversamos com ele durante um tempo e depois perguntamos se ele gostaria que rezássemos por ele. As crises dele eram muito intensas e ocorriam muitas vezes ao dia.

Oramos por ele. Ousadamente, eu proclamei que ele estava curado em nome de Jesus. A mãe dele ficou muito feliz. Encerramos a oração e nos sentamos novamente para bater papo. Cinco minutos após a oração, ele teve uma crise de epilepsia. A mãe dele olhou para mim e me disse: "A crise veio pior". Eu fiquei em pânico. Ela cuidou dele e ele melhorou e voltou da crise. Dez minutos depois ele teve outra crise. Pensei: "Que oração foi essa que eu fiz, Jesus?" Depois de um tempo, eu saí da casa do jovem e fui para a igreja. Fiquei lá sozinho, aos pés de Jesus Sacramentado. Orei intensamente na presença do Senhor e perguntei a Ele o que havia acontecido, pois Ele tinha colocado dentro do meu coração a certeza da cura e eu a proclamei. Chorei na presença do Senhor e pedi a Deus que me falasse por intermédio de Sua Palavra. Diante do Senhor, eu abri a Bíblia e Ele me deu essa passagem bíblica que lemos agora [cf. Eclo 35, 21ss].

E ali eu fiquei impactado com a Palavra, quando ouvi uma voz que disse ao meu coração: "Ele ficará curado totalmente quando você sair da cidade". Não entendi nada, pois eu estava ali de férias. Mas nos dias em que continuei ali eu vi que as crises do jovem pioraram. E comecei a entrar numa guerra interior de acreditar no poder de Deus e de, ao mesmo tempo, ver uma realidade contrária. Por essa razão, eu fiquei contando os dias e as horas para ir embora da cidade [para ver o milagre acontecer na vida do jovem]. Quando eu cheguei de volta a Cachoeira Paulista (SP), a primeira coisa que fiz foi ligar para minha mãe, e ela me disse que o rapaz começara a melhorar. E com os dias ele foi melhorando até não ter mais nenhuma crise epiléptica.

Era uma situação estranha, mas eu precisei acreditar nesta passagem bíblica. Eu precisei aprender a perseverar nesta Palavra e a me manter insistente na intercessão. Eu dizia ao Senhor: "Eu não vou me afastar enquanto o Senhor não puser nesta situação os Seus olhos". Foi um tempo em que eu rezei assiduamente por essa situação.

Amados, para que sejamos bons intercessores e combatentes, precisamos aprender a nos conhecer para perseverarmos. Senão vamos, com grande facilidade, retroceder em meio ao combate. E é interessante observar isso, porque Deus vai nos inspirando nessa caminhada.

No livro "O combate espiritual", do padre Lorenzo Scupoli, da Editora Cléofas, o autor nos explica a diferença entre a vontade superior e a vontade inferior: "A vontade superior é guiada pela razão e é a mais própria do homem. O homem só quer realmente alguma coisa, quando essa vontade superior também o quer". Eu entendi a guerra que, muitas vezes, eu tenho travado contra minhas vontades.  Por vezes, essa vontade superior entra nesse clima de guerra dentro de nós, porque nos vemos dentro desses dois mundos. Há uma vontade divina e há a vontade dos nossos sentidos, que é a vontade inferior, que tenta nos direcionar para os vícios. Enquanto uma tende a nos ajudar a viver as virtudes, a outra tende a nos levar aos vícios. E nós ficamos no meio das duas. Às vezes nos vemos nesse drama: por vezes atraídos pela vontade divina; por outras, pela vontade inferior. É uma luta e é preciso ter consciência dessa batalha. Elas disputam entre si para atrair a nossa vontade e sujeitá-la à sua obediência, tanto uma quanto a outra.

Então eu entendi por que muitas horas temos tanta dificuldade de rezar. Vemos isso quando alguém nos convida: "Vamos rezar o terço da misericórdia?" e nos vêm a indisposição e a sonolência. Eu também me vejo dentro desse combate. Por vezes, a vontade dos sentidos parece que consegue me dominar mais do que a vontade superior, a razão. Mesmo sabendo que dentro de mim a vontade superior está mais propensa ao divino, para o bem, é uma luta. Eu quero a vitória, mas quando me disponho, as minhas vontades se veem dentro deste espaço de guerra. Você também vive essa turbulência?


Fiéis acompanham a pregação do padre Edimilson no Centro de Evangelização
Foto: Natalino Ueda/cancaonova.com
Quem está acostumado à busca da virtude não sofre tanto, o mesmo acontece com quem está acostumado aos vícios, porque isso já faz parte do seu dia a dia. Porém, as pessoas que eram prisioneiras do pecado e decidiram romper com a vontade inferior, essas vão passar por um caminho difícil, de grandes sofrimentos, porque serão golpeadas de uma forma desleal pelo mal. E se esses irmãos não mantiverem a constância e a decisão interior de mudar de vida não vão conseguir chegar ao grau a que se dispuseram. Porque dentro deles a tendência de voltar atrás estará sempre gritando, devido a essa vontade inferior.

Amados, só de Comunidade Canção Nova, tenho 19 anos. Estou sendo muito honesto, há dias em que eu preciso me empurrar a mim mesmo, porque senão eu relaxo em minha vida de oração. Existem dias em que eu me enrolo de tal forma que chega meia-noite e eu não consegui pegar a Biblia nas mãos.  Estou sendo honesto, porque senão vocês olham para mim e acham que eu sou "o espiritual", mas isso não é verdade. Eu travo uma luta sincera contra essas duas vontades contrárias em mim.

Você vai voltar para casa hoje. Amanhã você já começa sua briga. Você se decide a colocar em prática um novo programa de vida e pode saber que a vontade inferior vai tentar atrapalhá-lo para que você não coloque tudo o que aprendeu aqui e sua vida de oração em prática. Você precisará lutar para vencer essa vontade. Compreenda que dentro de você há essa luta, e que a intercessão não é feita constantemente de um gozo espiritual.

Ninguém pode querer adquirir as virtudes cristãs, nem servir a Deus como convém, sem ser violento consigo mesmo e aceitar e enfrentar a dor da renúncia. Muitos de nós conseguimos vencer os vícios maiores; o autor do livro "O combate espiritual" também afirma que o grande problema é vencer os vícios menores, como por exemplo, a gula, a preguiça, falar mal dos outros. Vencer os vícios inferiores é muito mais difícil, por isso não conseguimos chegar ao grau de santidade que quereríamos.

Trago a vocês essa revelação para que vocês entendam que, ao chegar a suas casas, não será tão simples. Será uma luta. A vontade inferior sempre vai querer levá-lo para baixo; enquanto a superior, que tende ao divino, vai querer elevá-lo e ajudá-lo a viver as coisas do alto. Mas cuidado: porque quem decidiu viver o caminho de conversão nem sempre vai conseguir viver a santidade por se ver preso aos vícios menores. Se não tivermos clareza dessa realidade não conseguiremos perseverar na luta de combatentes. E se não insistirmos nessa luta pelo bem, abandonaremos o propósito a que nos comprometemos diante do Senhor. Fique atento, intercessor. Se você quer ser vitorioso, mantenha-se na perseverança da oração!

Monsenhor Jonas Abib nos ensina que, quando você estiver próximo do alvo, da vitória, mais dolorosa será sua intercessão, mas não desista, porque você está a um passo da vitória. Na hora em que você estiver chegando ao destino, a turbulência crescerá, tudo vai ficar mais complicado e seu desejo humano será de retroceder. Mas é nessa hora que é preciso manter a fidelidade. Isso vai exigir perseverança e constância dentro do ministério a que vocês foram chamados.

Transcrição e adaptação: Kelen Galvan

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Padre Edimilson Lopes 
Padre da Comunidade Canção Nova

sábado, 26 de julho de 2014

Bom dia, caríssimos amigos!

Hoje é Domingo, Dia do Senhor!
 Não esqueçamos: "Domingo sem MISSA, semana sem GRAÇA!
Em Aracoiaba, Paróquia de Nossa Senhora da Conceição,
domingo, Missas: 7h - manhã e 7h - noite.




Mensagem para este DOMINGO, turma amiga!


- NÃO seja cruel! 
Aprenda a ter compaixão daqueles que estão em pior situação que você. Lembre-se daquela máxima do maior dos filósofos: " felizes os misericordiosos, porque eles alcaçarão misericórdia". Seja compassivo com os que erram, porque você não sabe quando poderá cometer erro semelhante, e gostará que o compreendam e lhe relevem. Releve também e seja misericordioso com quem erra.
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Um FELIZ DOMINGO e uma ABENÇOADA SEMANA!
O amigo,
Lusmar Paz.



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terça-feira, 22 de julho de 2014


BOM DIA, caríssimos amigos! 

Deus abençoe a todos nós!

(Lusmar Paz.)


MINUTOS DE SABEDORIA 
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NÃO SABES ORAR? - Põe-te na presença de Deus, e logo que começares a dizer: "Senhor, não sei fazer oração!...", podes ter certeza de que começaste a fazê-la.





ORAÇÃO PELA PAZ NA FAMÍLIA: 

Amabilíssimo Jesus, os profetas vos anunciaram como Príncipe da Paz.

Os anjos igualmente anunciaram paz aos homens por ocasião do vosso nascimento.

Morrestes na cruz para consolidar a paz entre Deus e os homens. E o fruto mais precioso da vossa paixão foi aquela paz que transmitistes aos apóstolos no dia da ressurreição. Vós lhe ordenastes que levassem a paz a toda a casa onde entrassem.

Dai-nos também aquela paz que o mundo não nos pode dar. Concedei-nos, a todos nesta família, que guardemos a paz de uma boa consciência, para que a serenidade e o vosso amor reinem entre nós. Vossa providência divina colocou-nos em uma família e uniu-nos intimamente pelos laços sagrados do sangue e da graça. Que esta união verdadeiramente exista entre nós aqui na terra e continue no céu.

Dai a mim, especialmente, amor e carinho por todos os familiares. Guardai-nos de toda a ira e impaciência, da perigosa desconfiança e maledicência, de discussões e brigas.

Deus da paz e do amor, concedei-nos que passemos em verdadeira paz familiar os dias da nossa vida, a fim de que cheguemos um dia à completa e verdadeira paz em vossa presença eterna.

Amém!


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Explicação do  Magnificat de Nossa Senhora!

- Para penetrarmos na profundidade do Canto do Magnificat, precisamos partilhar os mesmos sentimentos de gratidão, pela eleição misericordiosa de Deus, que perpassavam a alma de Maria e refletiam o sentimento de todo o povo judeu. 

O povo judeu sabia que, dente tantos povos que adoravam outros e diversos deuses, ele havia sido escolhido para ser posse exclusiva do Deus Vivo, seu "povo particular entre todos os povos" (Ex.19,5), através do qual Ele se manifestaria no Messias tantas vezes prometido e tão ansiosamente aguardado através dos séculos. 

Educada no Templo aos moldes da pedagogia rabínica, Maria havia decorado as inúmeras profecias que prometiam a vinda do Ungido, assim como os salmos, cânticos e passagens do Antigo Testamento que falavam do poder vitorioso do Deus fiel às suas promessas. 

As palavras do Anjo Gabriel na Anunciação ressoavam poderosamente no coração da Virgem, em primeiro lugar, pela ação singular da graça especialíssima que anunciava, mas também porque no coração de Maria estavam guardadas palavras e promessas nas quais confiava e esperava. A estas palavras uniram-se a evidência do milagre em Isabel e sua saudação inspirada, e todo o ser de Maria explodiu na profunda alegria da certeza de que, dentre o povo separado para Deus, dentre aqueles que eram sua propriedade particular, ela, em especial, havia sido escolhida para o maior dos privilégios que qualquer homem jamais poderá experimentar, sem que tivesse sequer sonhado com isso: 

"Minha alma glorifica ao Senhor, meu espirito exulta de alegria em Deus, meu Salvador," 


A alegria de Maria vem de Deus e para Ele remete todo o seu ser virginal. Deus é a razão e a referência última de sua alegria. Ela se alegra e exulta em Deus, por causa de Deus e para glória de Deus, por causa de Deus e para a glória de Deus. Maria sabe bem que foi escolhida gratuitamente, por pura misericórdia daquele cujos desígnios são absolutamente livres. É então a Ele que sua alma e espírito glorificam e Nele que exultam em entrega absoluta movida pelo reconhecimento de sua bondade incomparável e pela gratidão de quem se sabe gratuitamente eleita. 

"Porque olhou para sua pobre serva". 

Serva. Aquela que vive para fazer a vontade do seu Senhor. Aquela que vê no cumprimento da Sua vontade soberana o único sentido de sua existência. Aquela que jamais sequer cogitaria em viver fora Dele e para outra pessoa a não ser para Ele. 

Colocar-se como serva do Senhor é parte essencial de toda a espiritualidade de Nossa Senhora; é a sua maneira de relacionar-se com Deus, de Ter a sua vontade unida à Dele em toda circunstância; é a razão de sua participação na missão redentora de Jesus, o eterno e primeiro Servo. Ser servo é dizer "sim" não só a Jesus, mas com Jesus, dizer "sim" ao Pai. É aceitar percorrer com Jesus o caminho de salvação, paixão, morte e ressurreição por amor ao Pai e para que se cumpra a Sua vontade no coração dos homens. Ser servo é "colocar-se no meio", com Jesus e em Jesus, sendo mediador entre Deus e a humanidade. Ser servo é deixar que o Espírito inflame de amor nosso coração em caridade, cada vez mais ardente, para com Deus e para com os homens a quem Ele ama. 

O servo é aquele que encontrou o caminho mais curto e eficaz para o amor concreto. Seu serviço a Deus enche-o de fervorosa caridade para com Ele, a quem obedece em absolutamente tudo, seu serviço aos homens é um trasbordamento amoroso de sua caridade para com Deus e o cumprimento de Sua vontade em Seus filhos. O servo é aquele que segue Jesus e Maria na característica mais singela e, no entanto, mais radical e maura de seu relacionamento para com Deus. 

O servo descobre a um tempo o caminho da caridade e da humildade, da perseverança e da fortaleza, da prudência e da obediência, pois seu único referencial é sempre a vontade de Deus, inflamada pelo grande e ardente amor que a Ele o une. A posição de servo, que Jesus assumiu desde toda a eternidade, é a mais segura e mais perfeita imitação dos sentimentos e obras do Redentor e da Co-redentora que, incomparavelmente unida a Ele, mostrou-nos o segredo de em tudo agradar a Deus. 
Jesus é o Servo por excelência. Por ser Servo obedeceu até a morte de cruz e nos salvou de nossa desobediência original. Maria é a Serva, perfeita imitadora do Filho, perfeita participante de sua eterna missão intercessora. 

" Por isto, desde agora, me proclamarão bem-aventurada todas as gerações, porque realizou em mim maravilhas aquele que é poderoso e cujo nome é santo". 
Meditando esta parte do Magnificat não se pode deixar de admirar o grau de consciência e perfeita aceitação que Maria tinha de sua missão e vocação. Ë certo que não conhecia o correr dos acontecimentos futuros, que deveria viver na obediência diária da fé. No entanto, é evidente que, embora sem saber que acontecimentos envolveriam sua missão, Nossa Senhora tinha perfeita disponibilidade e aceitação do que Deus queria de sua vida. 

"Asd gerações todas me proclamarão bem-aventurada porque Deus realizou em mim maravilhas". Fica aqui clara a consciência de sua missão e eleição - "Não haverá jamais alguém tão feliz como eu" e a marca de sua humildade - a missão só se concretizou em virtude do seu livre e contínuo "sim" a Deus. 
A bem-aventurada entre todos os homens, durante todas as gerações, prorrompe em louvor terno fervoroso e amoroso ao Deus santo, poderoso, cuja misericórdia faz maravilhas sem nenhuma explicação que não seja própria misericórdia. 

" Sua Misericórdia se estende, de geração em geração sobre os que o temem." 


Maria ora agora como membro do povo judeu, eleito e temente a Deus. Fala também profeticamente, como membro do novo povo de Deus, povo conquistado ao preço do sangue de Cristo e que a Ele aderiu pela graça da fé. Ao mesmo tempo, a Mãe de Deus proclama um princípio eterno: a abertura e a ação da graça por parte dos que buscam viver segundo a vontade de Deus. 

"Manifestou o poder do seu braço: desconcertou os corações dos soberbos. Derrubou do trono os poderosos e exaltou os humildes." 

Maria conhecia bem o poder da ação de Deus; sabia do que é capaz o Seu braço quando encontra um coração temente, humilde e disponível; testemunha em seu próprio ser que tudo lhe é submisso. 
Maria olha para si mesma uma anawin pobre serva de ahveh e deslumbra-se diante da evidência de que Deus reservou aos mais humildes a mais alta exaltação, que uma criatura humana jamais poderia Ter: ser a mãe do Verbo encarnado. Profetiza, também, que esta pequenez deverá ser característica imprescindível a todo aquele que, de fato, for de Deus. Ela será a primeira entre os humildes que, pequeninos, acolherão a revelação da economia do Reino de Deus. 

"Saciou de bens os indigentes e despediu de mãos vazias os ricos." 

No Reino não há lugar para os corações soberbos e nem para os que buscam o poder e as honras. A boa Nova não ressoa nos corações ricos de si, apegados a riquezas e prazeres, empanturrados de supérfluos e de aparências, fartos e auto-suficientes. 

O Reino é anunciado aos pobres, humildes e vazios de si mesmos, que têm fome e sede de justiça e de paz. Estes têm fome e sede de justiça e de paz. Estes têm fome de Deus. Colocam-se diante Dele como necessitados, famintos, pequenos. Conscientes de sua indigência tudo esperam daquele que é a salvação. Estes, como crianças pequeninas, acolhem a Boa Nova, aceitam-na e a vivem. 

Não há como nos desviarmos da verdade evangélica que norteou a vida de absolutamente todos os santos: tudo o que centraliza o homem em si mesmo é riqueza que não se coaduna com a pobreza necessária para a acolhida e vivência da verdade. Toda posse do necessário, ainda que seja um alfinete, é um bloqueio para a ação de Deus na alma que se enriquece e se fecha à graça, porque ama mais a si mesma que Àquele de Quem tudo recebe. 

Jesus veio para anunciar a boa nova ao pobres, aos humildes, aos que buscam mais o Senhor que a si próprio. Antes que Ele o dissesse claramente, Sua Mãe, cheia do Espírito, compreendeu que havia sido inaugurada uma nova mentalidade, com características desconcertantes: o Deus Vivo escolhia uma pobre menina moça para, nela, fazer-se um minúsculo ovo; o Deus Todo Poderoso confiava-se a esta mesma jovem e dela dependeria. Antes de qualquer outra pessoa, a Mãe de Jesus aprendera, pelo que Deus fizera, a linguagem da Nova Aliança, onde Deus se faz pequeno e servo e ensina este caminho para que, seguindo-o, os homens sejam felizes. 

"Acolheu a Israel, seu sevo, lembrando de sua misericórdia, conforme prometera a nossos pais, em favor de Abraão e sua posteridade, para sempre. 


A que extremos chega a humildade de Maria! Sabemos que foi ela que, consultada por Deus acolheu o Filho do Altíssimo com o seu "fiat. No entanto, ela não vê este momento como uma escolhida que faz de Deus ( ela não se considera digna de tanto!), mas a ocasião onde Deus acolhe Israel, servo, escravo, propriedade Sua, entregue a povos e deuses estranhos, empobrecidos e indigno de aproximar-se do Todo Poderoso. Na ótica de Maria, a Encarnação do Verbo é o momento em que Deus acolhe Israel; o momento da misericórdia absoluta em que Ele se curva sobre a humanidade para receber a posteridade de Abraão, inserindo nela, como Deus e Homem. 

Na verdade, haveria maneira mais radical e amorosa de Deus acolher o homem do que se tornando homem sem perder a sua identidade divina para, pela morte e ressurreição do Verbo inseri-lo na vida de Deus e habitar em sua alma para sempre? Era, de fato, a inauguração de uma nova economia. Deus não se limitava mais a dizer "façam isso ou aquilo". Ele agora dizia: "eu me faço um homem, eu tomo a iniciativa, eu mesmo vou fazer no lugar de vocês, eu acolho vocês sendo um de vocês, porque os amo". 

Lembrando de sua misericórdia, Deus não trata Israel conforme suas obras, mas segundo o Seu coração compassivo e fiel. Maria compreende, profeticamente, a implicação do seu "cumpra-se em mim" e embora vá continuar a tatear na fé, pela virtude compreende e assume seu papel e missão na Nova e Eterna Aliança. Para ela contribui, humilde e definitivamente, com sua carne e sangue, serviço irrestrito, como mulher e como a Nova Eva que, livre e incomparavelmente feliz, canta as maravilhas do seu Deus.