Dois pensamentos aos leitores e leitoras deste blog.

Dois pensamentos de boas-vindas aos leitores e seguidores deste blog:
- Mesmo que vivas um século, nunca deixes de aprender!!!
- O importante não é saber tudo, e sim, nunca perder a capacidade de aprender!



quinta-feira, 25 de agosto de 2011

 Turma do Apostolado da Oração de Aracoiaba! 

Não esquecer:

Dia 30 de Agosto/2011, (Terça-feira), às 19h, teremos a "Hora Santa" na Igreja Matriz.

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Atenção, amigos e amigas!

Nesta última semana do mês de agosto, teremos novidades:

1. A Cruz da JMF e o Ícone de Nossa Senhora percorrerão 274 dioceses do Brasil.

2. Vitória de Deus na Jornada Mundial da Juventude.

3. Visão Panorâmica do Santuáro de Fátima. 

4."Consagrado deve adiantar-se na via de santidade"...

5.Rio subterrâneo é descoberto sob o Rio Amazonas.

6. A vontade de Deus e  Humana.

7. Instituto Secular: A pupila dos meu olhos...

Vale a pena conferir tudo isso!

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DOM HELDER: FORTE E HABILIDOSO


Dom Helder Pessoa Câmara, por sua simplicidade, humildade e estatura franzina, nos faz lembrar o jumentinho que Jesus escolheu para montar, na sua entrada em Jerusalém, animal sem aparente beleza, mas de uma importância, força e resistência extraordinária (cf. Mt 21, 2-8). O pastor dos empobrecidos foi assim, no seu temperamento e na sua audácia sem limites, isto acontecia quando tinha que defender seus pontos de vistas, com um profundo desejo, usando de todos os meios possíveis, para que a Igreja se engajasse na causa dos empobrecidos, que fosse mais servidora e mais fiel a vontade daquele que a instaurou e menos "senhora e rica".
Falamos de uma criatura humana extremamente habilidosa e com uma desenvoltura, que se tornou o mais influente bispo brasileiro no Concílio Vaticano II (1962-1965), a ponto de decisivamente contribuir para que a Igreja, no nosso continente latino americano, nos anos que se seguia, fizesse a sua "opção profética e preferencial pelos pobres".
Segundo o grande teólogo José Comblin, falecido recentemente, aos 88 anos, que conviveu muito de perto com o querido arcebispo de Olinda e Recife, dizia: "Ele era um articulador de primeira grandeza, com noção de que, às vezes, sua influência seria maior se ficasse calado e não se manifestasse". Muitas vezes seus próprios colegas bispos ignoravam de onde vinham as excelentes propostas contribuições que estavam votando, narra José Combiln.
Já bem antes do Concílio, as vésperas da inauguração de Brasília, Juscelino Kubitschek chamou Dom Helder e o convidou para ser o prefeito da nova capital federal, sendo insistente. Afirmou que tinha o parecer favorável de todos os líderes partidários, depois de consultá-los. Dom Helder recusou polidamente, dizendo: "Hoje, senhor presidente, eu estou aqui, frente a frente, debatendo com o senhor pontos de vista com absoluta liberdade e sem condicionamentos de qualquer ordem. No dia em que me incorporar ao seu grupo de comando, dentro das injunções concretas das práticas políticas, eu estarei amarrado, balançando a cabeça para concordar com o que o senhor disser, deixando de lhe trazer a colaboração original e independente da Igreja. Eu quero ter sempre um canal de diálogo livre e respeitoso com o Estado para cobrar o seu dever. Quero fazê-lo em nome de Deus e do povo. Quero ser a boca dos que não têm vez nem voz".
Compreendemos a força e a habilidade de Dom Helder, a partir daquilo que é belo e maravilhoso no poeta ou escritor, ao externar o que tem dentro de si: suas fantasias e suas ideias. Aquilo que ele tem na mente e no coração, releva-a e manifesta-a. Assim, também, foi o que aconteceu com os autores sagrados, ao redigirem as Sagradas Escrituras. Há tanta coisa bonita e surpreendente, muitas vezes, com tanto exagero, que se tem a impressão de se ir além do sagrado.
No último versículo do Evangelho de São João o autor sagrado afirma que o que Jesus realizou, neste mundo, é belíssimo e maravilhoso e, se tudo fosse escrito, livro algum caberia. O milagre da multiplicação dos pães (Mt 14, 13-21), finda dizendo: Os que comeram dos cinco pães e dos dois peixes eram cinco mil homens sem contar mulheres e crianças. Estudiosos e especialistas da Palavra de Deus, sem negar, evidentemente, a divindade do Filho de Deus, acham um exagero, para aquele tempo, o grande número de pessoas.
Deus fez o homem com uma imaginação fértil e criadora, chamando-o para participar da sua natureza divina. Aí está sua grandeza. A terra tornou-se pequena para caber a criatura humana, grandiosa na sua capacidade de imaginar e realizações em todos os sentidos.
Padre Manfredo Oliveira, cearense de Limoeiro do Norte, grande figura humana e um dos maiores filósofos da atualidade, na sua mente dadivosa, foi extremamente feliz, ao afirmar que Dom Helder não cabia dentro da Igreja. Certamente ele quis enaltecer sua força imaginadora, talentos, sensibilidade e a inteligência privilegiada do pastor dos empobrecidos, que com habilidade soube perceber todas as novidades e desafios do século XX e colocá-los no seu coração, procurando dar-lhes uma resposta, indo da criatura humana, na sua dignidade de filho de Deus.
Já o Cardeal Aloísio Lorscheider falava de Dom Helder, assim: "Foi um corifeu, com uma visão de futuro e com grande influência, muito respeitado e inquieto como uma barata tonta: Sua tribuna foi sua sabedoria em agir e articular nos bastidores", com uma oratória vibrante e com gestos rasgados que sensibilizavam e arrebatavam as multidões.
Tudo ele realizava, numa atitude de oração e na fidelidade ao Pai, no seu amor acendrado à Igreja. Ele mesmo dizia: "Abandonar a Igreja seria o mesmo que abandonar o meu próprio corpo".  Por isso devemos acolher tudo o que se disse e o que ainda irão dizer desse homem profundamente amado por Deus. Ele, na sua grandeza, força e habilidade mística, via tudo em Deus e a partir de Deus. Extraordinária figura humana da esperança, de fato é grande demais, e a Igreja é pequena para comportá-lo.

*Pe Geovane Saraiva, Pároco de Santo Afonso e autor dos livros:
"O peregrino da Paz" e "Nascido Para as Coisas Maiores" (centenário de Dom Helder Câmara)
"A Ternura de um Pastor" (homenagem ao Cardeal Lorscheider)
"A Esperança Tem Nome" (espiritualidade e compromisso)

       Sexta-Feira, 26 de Agosto de 2011


Pe. Geovane Saraiva - Fortaleza - CE.

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A Cruz da JMJ e o Ícone de Nossa Senhora percorrerão 274 dioceses do Brasil.

No próximo dia 18 de setembro, o Brasil recebe a Cruz e o Ícone de Nossa Senhora, símbolos da Jornada Mundial da Juventude, que será no Rio de Janeiro em 2013, conforme anunciou oficialmente o papa Bento XVI ao encerrar domingo a Jornada em Madri.

A Cruz será recebida pela Arquidiocese de São Paulo de onde partirá em peregrinação para as 274 dioceses do país ao longo dos dois anos de preparação do maior evento católico para jovens do mundo.






A Comissão da Arquidiocese de São Paulo, organizadora do evento, preparou uma grande festa para acolher a Cruz, que chegará às 16h ao Campo de Marte, em São Paulo. Uma missa será celebrada às 16h30, seguida de show.

De acordo com a Comissão, o objetivo da festa é celebrar a chegada da Cruz no Brasil e provocar o entusiasmo nos jovens e nas famílias de todo o país para participar da JMJ e do roteiro de peregrinação da Cruz preparado para o período de 2011 a 2013.

Um grande show católico reunirá vários cantores ao longo de todo o dia 18 de setembro, a partir das 9h, no Campo de Marte, aguardando a chegada da Cruz, que ficará no Estado de São Paulo até 31 de outubro, seguindo para Belo Horizonte (MG), onde chegará no dia 19 de novembro para a peregrinação nas diocese do Regional Leste 2 da CNBB (Minas Gerais e Espírito Santo).
Neste Regional, a Cruz ficará durante o mês de novembro. A última parada da Cruz antes de ir para o Rio de Janeiro será no Vale do Paraíba, em março de 2013. (CNBB)

Fonte: Rádio Vaticano
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Visão Panorâmica do Santuário de Fátima


VISÃO PANORÂMICA DO SANTUÁRIO DE FÁTIMA - PORTUGAL

Aqui neste artigo você encontrará uma visão panorâmica, em 360 graus, do Santuário de Nossa Senhora de Fátima, em Portugal. Para você que não o conhece, é uma oportunidade para conhecê-lo. Para você que já o conhece, é uma oportunidade para matar as saudades. 

panorama fátima cantodapaz.com.br

O que vemos na fotografia?

Inicialmente vemos uma construção moderna, junto a uma grande Cruz, que é a igreja mais recente do complexo de Fátima. É a igreja da Santíssima Trindade. Quase no final da foto, vemos uma espécie de obelisco, onde no seu alto se encontra uma imagem do Sagrado Coração de Jesus, e na parte de baixo existem fontes onde jorram água em abundância. No lado esquerdo do obelisco está a pequena Capela das Aparições, onde está a imagem de Nossa Senhora de Fátima. Ao fundo encontra-se a Basílica de Nossa Senhora de Fátima.
"A Mensagem de Fátima é um convite e uma escola de salvação. Foi iniciada pelo Anjo da Paz (1916) e completada por Nossa Senhora (1917). Foi vivida de maneira histórica pelos Três Pastorinhos – Lúcia, Francisco e Jacinta.

A mensagem de Fátima sublinha os seguintes pontos:

- a conversão permanente;
- a oração e nomeadamente o rosário,
- o sentido da responsabilidade colectiva e a prática da reparação.

A aceitação desta mensagem traz consigo a Consagração ao Coração Imaculado de Maria, que é símbolo de um compromisso de fidelidade e de apostolado. As orações ensinadas em Fátima pelo Anjo e Nossa Senhora ajudam a viver a Mensagem, que, como disse João Paulo II, em Fátima em 1982, é a conversão e a vivência na graça de Deus."
(fonte do texto entre aspas, em português de Portugal: http://www.santuario-fatima.pt)

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"Consagrado deve adiantar-se na via de santidade", afirma teólogo

Mirticeli Medeiros
Da Redação


Província Nossa Senhora do Carmo
Frei José Ribamar Gomes de Souza é um sacerdote Capuchinho de Capanema e professor de Teologia da Vida Consagrada no Instituto Regional
Nesta semana dedicada à vida consagrada, somos convidados a rezar por esta vocação e a nos aprofundarmos naquilo que ela ela nos oferece como riqueza. "

A equipe do noticias.cancaonova.com entrevistou Frei Ribamar Gomes, um sacerdote Capuchinho de Capanema, Pará. Ele é responsável por 40 comunidades da zona rural e professor de Teologia da Vida Consagrada no Instituto Regional para a Formação Presbiteral do Regional Norte 2. Para Frei Ribamar, a Vida Consagrada, além de uma vocação, é um algo indispensável na vida e na missão da Igreja. "O consagrado tem a capacidade de fazer-se sinal claro e visível daquela tensão para a radicalidade, o absoluto que está dentro do coração de cada cristão", afirmou Frei Ribamar
noticias.cancaonova.com

O que uma pessoa que abraça uma consagração é chamada a viver? Isto também serve para os leigos?


Fr. Ribamar: O consagrado é chamado a adiantar-se pela estreita via de santidade. A Vida Consagrada é, como que involuntariamente, isto é, sem ostentação farisaica, um sinal de estímulo e até de adventência para os outros na Igreja e no mundo. Torna-se assim compreenssivo porque, neste sentido, a Constituição Apostólica Lumen Gentium declara o seguinte: "Os que no estado religioso, tendem à santidade por um caminho mais estreito, estimulam os irmãos com seu exemplo".

Os consagrados não constituem uma Igreja à parte, mas que em comunhão com todos os demais fiéis, formam a única Igreja instituida por Cristo. Cada vocação só sustenta, se desenvolve e se consolida em pleno reconhecimento da identidade e dos valores de todas as outras. Ao consagrar-se, Deus não marca a pessoa que se lhe entrega com um novo caráter, distinto daquele do batismo, porém acolhe de uma maneira especial na aliança.

Os conselhos evangélicos criam as melhores condições para viver a tendência para a Igreja e o mundo. A consagração acrescenta ao batismo uma obrigação maior, renunciar não só ao pecado, mas também ao mundo.O que serve para o Leigo? A vocação à santidade é Universal, para todos, mas o consagrado pelo seu testemunho de vida recorda isso ao leigo; a vida do leigo deve estar voltada também para o bem de toda a Igreja.

O Leigo não é excluido ao chamado à perfeição do amor que vive o consagrado como colocar a disposição de Deus a si próprio. O consagrado tem a capacidade de fazer-se sinal claro e visível daquela tensão para a radicalidade, o absoluto que está dentro do coração de todo o cristão. O que podemos afirmar é que a Igreja conta com todos: Leigos (Christifidelis Laici), ministros ordenados (Pastores Dabo Vobis) e consagrados (Vita Consecrata), para realizar sua missão em nosso tempo.

noticias.cancaonova.com - Quais as diretrizes traçadas pelo Concílio Vaticano II para a vida consagrada? O que mudou a partir deste Concílio?

Fr Ribamar: A grande mudança ou novidade que temos na Vida Consagrada depois do Concílio Vaticano II podemos dizer que está no Sínodo sobre a Vida Consagrada celebrado no ano de 1994, de onde provém a belíssima Exortação Apostólica Pós Sinodal, Vita Consecrata. Nesta exortação encontramos três grandes temas: Consagração, filocalia e profetismo. A Vida Consagrada é apresentada como uma experiência da Beleza de Deus e de Jesus no Tabor, porém, também no calvário: O Jesus da Beleza é o Jesus Crucificado.

O que falta para nós aqui no Brasil, é uma séria, normal e honesta Eclesiologia da Vida Consagrada, fundamentada no Vaticano II. A ausência dessa Eclesiologia gerou entre nós uma má interpretação de alguns documentos do Concílio Vaticano II, principalmente de alguns capítulos da Constituição Dogmática Lumen Gentium.

O capítulo sobre o Povo de Deus, muitas vezes foi interpretado por nós como uma teologia do laicato, e todos que somos normais e honestos sabemos que a Lumen Gentium dedica um capítulo sobre os leigos e depois, Povo de Deus, não é imagem da Igreja, mas expressão de sua essência. Destas más interpretações temos uma teologia de ruptura e não de renovação numa continuidade.

A Teologia de ruptura causa uma repulsa a Sagrada Hierarquia e diminui o nosso amor para com a Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo.Todos nós devemos lembrar que da nossa fidelidade à Igreja, depende a nossa felicidade e salvação.

noticias.cancaonova.com - Na vida consagrada, sabemos que aqueles que a abraçam, são chamados a seguir mais de perto o Cristo, Casto, Pobre e Obediente. No documento Perfectae Caritatis, de 1965, a Igreja começa a falar de uma maturidade que deve ser alcançada para corresponder bem a esta vocação. Tal maturidade e tal correspondência só pode ser alcançada, a partir de uma configuração profunda com o mistério de Cristo?

Fr. Ribamar: A paixão e morte de Nosso Senhor Jesus Cristo é acontecimento que funda e inspira o modo de ver e agir dos consagrados. Vivemos esta profunda configuração na participação da Eucaristia, quando comungamos existe uma troca de corpos, eu recebo o Corpo de Cristo e Cristo recebe o meu corpo, não é a Eucaristia que se transforma em mim, sou eu que me transformo na Eucaristia.

O rosto do crucificado de Cristo é o livro onde aprendemos o que é o amor e como Deus e a humanidade devem ser amados, fonte de todos os carismas e sínteses de toda a vocação.

A maturidade adquirida nessa configuração profunda ao mistério da Paixão de Cristo é transparência de que a Cruz é a revelação do coração da Trindade na história.
noticias.cancaonova.com - Qual o sentido da ascese dentro de uma consagração?


Fr. Ribamar: Ascese é uma palavvra que ultimamente vem perdendo muito do seu significado dentro da Vida Consagrada e isso acontece devido ao pouco valor que damos à direção espiritual. Trocamos o nosso Diretor Espiritual pelo psicólogo e a ascese pelas terapias de grupo e etc. Resultado? Consagrados vivendo uma continua "adolescência" tardia.

A ascese é o terreno onde germina e cresce a santidade dentro de nós. A Santidade produz em nós uma crescente humanização. O difícil para o consagrado no seguimento de Cristo, não é deixar os bens materiais, mas renunciar suas próprias vontades: renunciar a si mesmo, tomar a cruz. É isso que entendemos por ascese na vida consagrada.

A consagração não nos dá nenhum posto especial na batalha espiritual. O consagrado estará na frente do campo de batalha. 
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35 - Parresía: "Vitória de Deus na Jornada Mundial da Juventude"

O mundo todo acompanhou a realização de mais um Dia Mundial da Juventude. Ao contrário das expectativas dos meios de comunicação e do próprio Satanás, o encontro reuniu uma multidão de jovens ao redor do Sumo Pontífice. A Igreja Católica, neste evento, deu um testemunho de que está mais viva do que nunca.
A grande mídia, vendo o triunfo da Igreja, mais uma vez tenta desviar a atenção do que verdadeiramente acontecia para enfocar pequenas manifestações contrárias. Seguindo a intuição do beato João Paulo II, a Igreja quer continuar a sua missão, resgatando jovens das mãos do inimigo para novamente confiá-los à mão misericordiosa de Deus.
Jornada Mundial da Juventude 2011
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PESQUISA

Rio subterrâneo é descoberto sob o Rio Amazonas

Agência Brasil

Pesquisadores da Coordenação de Geofísica do Observatório Nacional apresentaram um estudo que revela indícios da existência de um rio subterrâneo correndo sob o Rio Amazonas, a uma profundidade que pode chegar a 4 mil metros.

A extensão do rio subterrâneo ainda está sendo avaliada. O estudo foi divulgado no 12º Congresso Internacional da Sociedade Brasileira de Geofísica, no Rio de Janeiro. A descoberta faz parte de um trabalho de doutorado da geofísica Elizabeth Tavares Pimentel, sob orientação do pesquisador Valiya Hamza.

As informações são do Observatório Nacional. A pesquisadora se baseou na análise de dados de temperatura de 241 poços profundos perfurados pela Petrobras nas décadas de 1970 e 1980, na Amazônia. A área de estudo abrange as bacias sedimentares de Acre, Solimões, Amazonas, Marajó e Barreirinhas.

Pelos resultados obtidos, foi possível identificar a movimentação das águas subterrâneas em profundidades de até 4 mil metros. Conforme os resultados das simulações feitas por Elizabeth Pimentel, o fluxo de águas subterrâneas é predominantemente vertical e atinge cerca de 2 mil metros de profundidade, mas muda de direção e torna-se quase horizontal em profundidades maiores.

Segundo Hamza, que coordenou as pesquisas, essas características são semelhantes às de um rio subterrâneo localizado na região do Rio Amazonas. De acordo com essa interpretação, a região Amazônica pode ter dois sistemas de descarga de água: a drenagem fluvial na superfície, pela bacia hidrográfica do Rio Amazonas, e o fluxo oculto das águas subterrâneas, através de camadas sedimentares profundas.

Os integrantes do Laboratório de Geotermia do Observatório Nacional nomearam esse fluxo subterrêneo de Rio Hamza, em homenagem ao professor Valiya Hamza.

A largura do Rio Amazonas varia de 1 quilômetro (km) a 100 km, na área de estudo. Já a do rio de fluxo subterrâneo varia de 200 a 400 quilômetros. A velocidade da água no Rio Amazonas varia de 0,1 metro a 2 metros por segundo, dependendo das condições hidrológicas locais. No subsolo, o rio oculto corre de forma muito mais lenta: as águas avançam, no máximo, 100 metros por ano.

De acordo com Hamza, as águas provenientes do fluxo subterrâneo da Região Amazônica emergem nas partes profundas do mar, na margem continental adjacente à Foz do Rio Amazonas. Segundo ele, é provável que as descargas deste fluxo subterrâneo sejam as responsáveis pelos extensos bolsões de baixa salinidade do mar, encontrados nas proximidades da Foz do Amazonas.
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Formações

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A vontade de Deus e a humana

Muitos cristãos, decepcionados, se revoltam contra Deus

Jesus afirmou: “Não busco a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou” (Jo 5,30). Aliás, na Agonia no Horto das Oliveiras, Ele assim orou: “Meu Pai, se é possível, passe de mim este cálice; contudo, não se faça como que quero, mas como tu queres” (Mt 16, 39). Deixou magnífico exemplo para Seus seguidores. Santo Agostinho, sabiamente, ensinou que “a vontade é a potência pela qual se erra e se vive com retidão”. Daí a necessidade da atenção para com essa faculdade da alma que pode ser prejudicada pela indecisão ou falta de resolução firme para aderir às inspirações divinas.

Todo progresso espiritual consiste em desejar firmemente seguir os ditames celestes. A egolatria pode sutilmente levar o cristão a não querer se sujeitar à voz de sua consciência. Daí a necessidade da maleabilidade nas mãos do Divino Espírito Santo, para que todas as intenções sejam verdadeiramente retas e não meros caprichos humanos. Eis porque advertia São Paulo aos Filipenses sobre aqueles que buscam os seus próprios interesses e não os de Jesus Cristo (cf. Fl 2,21). Donde ser preciso solicitar sempre a graça da constância para que se fuja da precipitação, da volubilidade, não sendo nunca o discípulo de Cristo irresoluto e instável, conforme advertiu de São Tiago (cf. Tg 1,8).

Para isso mister se faz equilibrar o coração com a inteligência. Estando esta iluminada, cabe à vontade executar com sumo amor e total disposição o que deve ser realizado em cada momento. Aliás, a finalidade última de toda oração deve a total conformidade com os desígnios do Ser Supremo.

Esta imolação da vontade própria é sumamente agradável a Deus. Tudo depende do domínio de si mesmo, o qual torna o cristão imune aos desvios que impedem sua adesão ao bem a ser praticado. Nunca se pode esquecer que a fidelidade, mesmo nas pequenas atitudes, cerra a porta a quase todos os males das potências superiores da alma, pois treina a vontade para o total autodomínio, levando a uma tranquilidade absoluta no falar e no agir, graças ao valor das virtudes internas do espírito. Chega-se então àquela moderação de que fala São Paulo a Timóteo, levando cada um “uma vida calma e tranquila, com toda a piedade e decoro” (1Tm 2,2). É que aceitar a vontade de Deus em todas as circunstâncias, durante todo o dia, é uma grande prova de amor.

Convém, porém, notar que, sendo Deus luz e amor, Ele se comunica com a pessoa humana de vários modos. São João da Cruz, sem querer, evidentemente, fazer um jogo de palavras diz que “às vezes percebe-se mais conhecimento do que amor; outras, mais amor do que inteligência ..., ou só conhecimento e nada de amor ..., ou só amor sem nenhuma informação do Espírito Santo”. O que vale, contudo, na prática, é a reta intenção de fazer o que Ele quer e não o que cada um desejaria fazer. É que um ato de vontade constante, feito com total dileção para com Deus, vale muito mais do que os grandes heroísmos passageiros, esporádicos. É desse modo que a vontade humana vai se tornando livre e generosa, como era a de Cristo, o qual pode dizer ser Seu alimento fazer a vontade do Pai (cf. Jo 4,34). É lógico que esta conformidade absoluta com os desígnios de Deus leva o cristão a suportar com paciência todas as incongruências de uma passagem por este "vale de lágrimas" como é o presente exílio nesta terra. Estas provações então purificam o coração como o ouro no crisol.

Quantos cristãos, infelizmente, quando Deus permite qualquer desgosto, por pequenino que este seja, chegam até a se revoltar contra Ele. Ainda bem que o Onipotente é paciente, pois poderia punir imediatamente estes insurgentes. Por tudo isso, o acatamento de tudo que Deus permite se torna fonte maravilhosa de merecimentos. A dependência filial em todas as circunstâncias da vida, este abandono amoroso nas mãos da Divina Providência, este oferecimento habitual nas dificuldades que surgem, esta paciência inalterável atraem o beneplácito do Todo-Poderoso Senhor. É quando o cristão deve se lembrar das palavras de São Paulo aos Coríntios: “Realmente, o leve peso de nossa tribulação no momento presente, prepara-nos, além de toda e qualquer medida, um peso eterno de glória; não que nós olhemos as coisas visíveis, mas para as invisíveis; é que as coisas visíveis são transitórias, ao passo que as invisíveis são eternas” (I Cor 5,417-18). Além do mais, a imperturbabilidade é o venturoso resultado da aceitação de tudo como vindo da mão de Deus. Tudo é, deste modo, contemplado pelo prisma da Divina Sabedoria.

É dessa maneira que o querer humano vai se transformando no querer divino. Pensar, desejar, aspirar, sentir em tudo conforme a adorável Vontade Divina deve ser sempre o grande intuito do verdadeiro imitador de Jesus Cristo.
Cônego José Geraldo Vidigal de Carvalho
Professor no Seminário de Mariana durante 40 anos

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PESQUISA - Site:  cantodapaz

Neste mês de agosto, dedicado às vocações, apresentamos um pequeno histórico de um Instituto Secular. Para os que não sabem, os Institutos Seculares são Institutos religiosos da Igreja Católica onde homens e mulheres se consagram a Deus, através dos votos de pobreza, castidade e obediência, porém continuam, na maioria das vezes, morando com seus familiares ou sozinhos.
Segue um artigo do Frei Emerson Aparecido Rodrigues,‭ ‬OFMCap.
" "A pupila dos meus olhos‭"‬:‭ ‬a Pequena Companhia de Santa Isabel da Hungria
No seu Testamento o fundador se refere a sua obra‭ e‬spiritual‭ ‬como a pupila dos meus olhos (cf.‭ ‬Padre Luigi da Pietrasanta,‭ ‬Come Testamento Spirituale,‭ ‬p.29)
É assim que o fundador Frei Luís Quadrelli da Pietrasanta chama a inspiração que Deus‭ ‬concedeu a ele‭ ‬de fundar uma pia associação no seio da Ordem‭ ‬Terceira Franciscana. Uso Ordem Terceira Franciscana que era o antigo nome da atual Ordem Franciscana Secular.
Em primeiro lugar‭ ‬é interessante saber que a vida consagrada sempre existiu na Igreja desde os seus primórdios em várias modalidades,‭ ‬assim podemos perceber como nasceram no seio da Igreja,‭ ‬as virgens consagradas,‭ ‬os eremitas,‭ ‬o movimentos monástico,‭ ‬todas as ordens e congregações.‭ ‬Um fenômeno caracteristico que surgiu entre o final‭ ‬de‭ ‬1800‭ ‬e início de‭ ‬1900‭ ‬são os institutos seculares,‭ ‬no início como Pia Associações Regulados‭ ‬pelo decreto Ecclesia Catholica e a partir de‭ ‬1947‭ ‬recebem aprovação formal como institutos seculares regulados pelos documentos Provida Mater e Primo Feliciter.
Nasceram com numerosos carismas e nas mais variadas formas e inspirações,‭ ‬mas todos eles na sua variedade caracterizados pelo que o Concícilo Vaticano II chamou de índole secular,‭ ‬a presença no mundo agindo como fermento e a profissão dos conselhos evangélicos antes exclusivo dos institutos de vida consagrada.‭  ‬Os muitos institutos seculares de‭ ‬ espiritualidade franciscana e principalmente aqueles fundados pelos frades capuchinhos tem sua origem com grupos de terciários,‭ ‬como é o caso da Pequena Companhia de Santa Isabel.
Frei Luís da Pietransanta‭ (‬1897-1974‭) ‬um capuchinho da provincia Toscana,‭ ‬na Itália que no seu ministério pastoral, logo depois de ordenar-se presbítero,‭ ‬assumiu com paixão o apostolado entre as pessoas na zona rural com a pregação popular que fez durante toda a sua vida e também o trabalho que hoje chamamos assistente espiritual da Ordem Terceira Franciscana,‭ ‬que exerceu com paixão e empenho.
Como um apaixonada por São Francisco,‭ ‬pela espiritualidade franciscana e os santos franciscanos,‭ ‬entre eles Santa Isabel da Hungria.‭ ‬O Frei procurava difundir a espiritualidade franciscana ao maior número de pessoas possível porque via na espiritualidade franciscana um meio válido que ajudasse as pessoas a viverem bem uma vida cristã.
O fruto do‭ ‬seu entusiasmo‭ ‬são todas as inciativas que se multiplicavam para‭ ‬ promover a espiritualidade franciscana:‭ ‬ os exercicios espirituais,‭ ‬em‭ ‬ cujos passos ensinava a espiritualidade franciscana,‭ ‬as Bibliotecas Franciscanas que eram pequenos volumes sobre a vida dos santos e a espiritualidade franciscana,‭ ‬os jornais para falar da Ordem Terceira e da sua espiritualidade.‭ ‬Depois,‭ ‬ nos vários‭ ‬ cargos que recebeu dos superiores quase sempre a serviço da Ordem Terceira,‭ ‬como diretor local,‭ ‬provincial,‭ ‬como secretário e visitador para as fraternidades da Ordem Terceira dependentes dos Capuchinhos,‭ ‬ele percorreu toda a Itália,‭ ‬acima e abaixo para divulgar e promover a Ordem Terceira.
Quase como que preparado por Deus,‭ ‬fruto do seu comprometimento com a pregação e‭  ‬a Ordem Terceira surge ainda uma outra obra,‭ ‬denominada a pupila dos seus olhos.‭ ‬O Frei muito‭ ‬ empolgado com a vida franciscana fez dois grandes monumentos para homenagear‭ ‬os dois santos populares:‭ ‬São Francisco e Santo Antonio.‭  ‬Quando se perguntava o que fazer para homenagear Santa Isabel teve a inspiração de fundar uma obra de almas consagradas que fossem no‭  ‬mundo a continuação da vida da santa.‭ ‬Chamou algumas terciárias e no ano de‭ ‬1935‭ ‬teve inicio a Companhia de Santa Isabel,‭ ‬no escondimento e no silêncio,‭ ‬se consgravam as primeiras quatro irmãs.‭ ‬Acredito que o fundador não pensava em criar algo distinto da Ordem Terceira,‭ ‬mas um grupo que funcionasse como um fermento ajudando e animando a Ordem Terceira a viver bem a sua vocação.‭ ‬O lema do fundador era na Ordem Terceira e para a Ordem Terceira,‭ ‬e as irmãs deveriam ser leigas franciscanas que no mundo‭  ‬vivessem a exemplo de São Francisco e de Santa Isabel,‭ ‬se dedicando a uma vida de oração e caridade,‭ ‬não se distinguindo em nada das outras leigas,‭ ‬mas como pessoas consagradas.
Depois da reformulação das Constituições Gerais‭ ‬da OFS que proibem pessoas pertencentes a um instituto de vida consagrada de pertencer contemporaneamente a OFS,‭ ‬o Instituto repensou o seu carisma,‭ ‬que era muito ligado ao lema do fundador.‭ ‬Mas,‭ ‬se entende que o carisma é‭  ‬viver a exemplo de Santa Isabel,‭ ‬nessas condições onde é possivel ajudar‭  ‬a OFS.‭  ‬Hoje o Instituto atualizou o nome e se chama Pequena Família Franciscana de Santa Isabel é presente na Itália e também no Brasil,‭ ‬onde tem diversas irmãs consagradas e também fiéis associados que se ligam‭ ‬ao instituto e procura viver segundo a espiritualidade.
O instituto continua ainda hoje na fidelidade ao seu carisma e a inspiração do seu fundador a viver segundo o modelo da espiritualidade franciscana espelhando-se em São Francisco e Santa Isabel da Hungria.‭‬Como estudante de teologia espiritual estou me dedicando a estudar o fundador que com seu entusiasmo pela vocação e a consagração me entusiasma a aprofundar cada vez mais a minha vida de‭ ‬ frade‭ ‬ capuchinho."
(texto entre aspas, autor: Frei Emerson Aparecido Rodrigues,‭ ‬OFMCap.  -  Bibliografia‭: Baldi C.,‭  ‬Padre Luigi da Pietrasanta,‭ ‬Pietrasanta,1974; Pietrasanta L.,‭ ‬Come Testamento Spirituale,‭ ‬Firenze,‭ ‬1974; Cavaterri‭ ‬T.,‭ ‬Piccola Compagnia di S.‭ ‬Elisabetta.‭ ‬Profilo Storico, ‬Firenze,1983)


6 comentários:

Medalha Dom Helder disse...

Deus vem nos salvar
É do céu que vem a paz e a verdadeira felicidade, numa criança, trazendo-nos a tão sonhada redenção! Da nossa parte cabe exultar e, ao mesmo tempo contemplar, associados aos anjos, que povoaram os céus, naquela noite feliz e memorável, no insondável e misterioso coro: “Glória a Deus no mais alto dos céus e paz na terra aos homens de boa vontade” (Lc 2, 4).
Queridos irmãos e irmãs, é a eternidade inaugurada pelo nosso Deus e Pai, que há mais de dois mil anos se repete, através de nossa fé e do nosso testemunho, sempre a partir do lugar pobre da estribaria de Belém, no mistério que sempre quer se renovar e se eternizar em nós, já aqui neste mundo.
Deus quer que nós trilhemos seu caminho, num constante desejo de superação e renovação: “Dizei aos covardes: Tende coragem, não temais! Eis o nosso Deus! Chega à vingança! A retribuição de Deus chega para nos salvar!” (Is 35, 4).
Um itinerário verdadeiramente cristão se percebe pelo seu constante desejo de renovação, de mudança espiritual e interior. As pessoas que abraçam a Palavra de Deus e também buscam o alimento da Eucaristia, jamais se afastam do grande ensinamento do enviado do Pai, ao afirmar: “O Cristo que sendo rico, se fez pobre para nos enriquecer com sua pobreza (Cf. 2Cor. 8, 9), como a grande novidade, sempre presente, nos gestos de acolhida, na solidariedade e na justiça.
E exatamente por causa do trinômio: acolhida, solidariedade e justiça, que somos chamados a proclamar pela nossa fé que a pessoa humana é sagrada e inviolável na sua dignidade e ao mesmo tempo, reafirmar que foi um dos grandes serviços prestados à humanidade pela Igreja. O Concílio Vaticano II até enumera os principais direitos: alimento, roupa, habitação, a escolha do estado de vida, constituir família, direito à educação, ao trabalho, à boa fama, ao respeito, à conveniente informação, direito de seguir a própria consciência, direito à proteção da vida particular, à justa liberdade, inclusive à liberdade religiosa (cf. Gs, n° 26).
Advento é um tempo rico, forte e precioso das graças de Deus, em que não podemos deixar passar despercebido. O convite que Deus nos faz é o de endireitar e colocar no rumo certo tudo que está tortuoso em nosso coração, substituindo a realidade de pecado e injustiça pela proposta que nos é oferecida, transformados e redimidos na graça de Deus, na certeza que ele, no seu esplendor, virá para visitar o seu povo na paz e fazê-lo viver a vida eterna.

O momento deve ser de atenção e vontade de escutar o mistério que nos quer envolver: “Sim povo de Sião, o Senhor vem para salvar as nações! Na alegria do coração o Senhor fará ressoar majestosa sua paz” (Is 30, 19.30). Senhor meu Deus, “concede-me uma inteligência que te conheça, uma vontade que te busque, uma sabedoria que te encontre uma vida que te agrade. Uma perseverança que te espere com confiança e uma confiança que te possua sempre” (Santo Tomás de Aquino).
Um feliz Natal!
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Medalha Dom Helder Câmara, o Artesão da Paz
A Academia de Letras dos Municípios do Estado do Ceará (ALMECE), na pessoa do seu presidente, Francisco Lima Freitas com anuência dos seus pares, no uso de suas atribuições, instituiu a Medalha Dom Helder Câmara, O ARTESÃO DA PAZ, e o primeiro a receber será o padre Geovane Saraiva, considerando sua disposição de ficar a frente da COMISSÃO que organizou o Centenário de nascimento (1909-2009) de Dom Helder Câmara.
A contribuicão do querido padre Geovane foi imprescindível para que a força da figura humana, o homem dos grandes sonhos e utopias, que se transformou noutro “Cavaleiro Andante” fosse mais conhecida, não só entre nós cearenses, bem como no nosso querido Brasil e no mundo inteiro.
Assim, nós da ALMECE, com essa iniciativa, ao mesmo tempo em que fazemos justiça, rendemos graças ao nosso Bom Deus, através de Dom Helder Câmara, que dizia: “quem me dera ser leal, discreto e silencioso como a minha sombra”.
http://www.paroquiasantoafonso.org.br
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Medalha Dom Helder Câmara, o Artesão da Paz
A Academia de Letras dos Municípios do Estado do Ceará (ALMECE), na pessoa do seu presidente, Francisco Lima Freitas com anuência dos seus pares, no uso de suas atribuições, instituiu a Medalha Dom Helder Câmara, O ARTESÃO DA PAZ, e o primeiro a receber será o padre Geovane Saraiva, considerando sua disposição de ficar a frente da COMISSÃO que organizou o Centenário de nascimento (1909-2009) de Dom Helder Câmara.
A contribuicão do querido padre Geovane foi imprescindível para que a força da figura humana, o homem dos grandes sonhos e utopias, que se transformou noutro “Cavaleiro Andante” fosse mais conhecida, não só entre nós cearenses, bem como no nosso querido Brasil e no mundo inteiro.
Assim, nós da ALMECE, com essa iniciativa, ao mesmo tempo em que fazemos justiça, rendemos graças ao nosso Bom Deus, através de Dom Helder Câmara, que dizia: “quem me dera ser leal, discreto e silencioso como a minha sombra”.
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Medalha Dom Helder Câmara, o Artesão da Paz
A Academia de Letras dos Municípios do Estado do Ceará (ALMECE), na pessoa do seu presidente, Francisco Lima Freitas com anuência dos seus pares, no uso de suas atribuições, instituiu a Medalha Dom Helder Câmara, O ARTESÃO DA PAZ, e o primeiro a receber será o padre Geovane Saraiva, considerando sua disposição de ficar a frente da COMISSÃO que organizou o Centenário de nascimento (1909-2009) de Dom Helder Câmara.
A contribuicão do querido padre Geovane foi imprescindível para que a força da figura humana, o homem dos grandes sonhos e utopias, que se transformou noutro “Cavaleiro Andante” fosse mais conhecida, não só entre nós cearenses, bem como no nosso querido Brasil e no mundo inteiro.
Assim, nós da ALMECE, com essa iniciativa, ao mesmo tempo em que fazemos justiça, rendemos graças ao nosso Bom Deus, através de Dom Helder Câmara, que dizia: “quem me dera ser leal, discreto e silencioso como a minha sombra”.

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A Academia de Letras dos Municípios do Estado do Ceará – ALMECE,
CONVIDA
para a solenidade de lançamento da 7ª REVISTA ACADÊMICA DA ALMECE e a festa de congraçamento do Sodalício. Na ocasião será outrogada ao Padre Geovane Saraiva A MEDALHA DOM HELDER CÂMARA, O ARTESÃO DA PAZ, instituída pela ALMECE. Padre Emílio Castelo dissertará sobre o significado desta homenagem.
A acadêmica Arleni Portelada fará a apresentação da Revista e a saudação aos homenageados ficará a cargo do acadêmico Bernivaldo Carneiro.
O evento será abrilhantado com participação Coro Lírico Álvarus Moreno, da soprano Auzeneide Cândido e dos pianistas Haydèe Campelo e Enoque de Castro.
Será servido coquetel
Francisco Lima Freitas
Presidente
limafreitas.almece@hotmail.com

Dia: 22/12/2011 Hora: 19 horas
Traje 1: Passeio distinto (público em geral)
Traje 2: Pelerine e Colar Acadêmico (Acadêmicos e Sócios-Beneméritos)
Local: Academia Cearense de Letras – Rua do Rosário, 1 – Palácio da Luz

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A Academia de Letras dos Municípios do Estado do Ceará – ALMECE,
CONVIDA
para a solenidade de lançamento da 7ª REVISTA ACADÊMICA DA ALMECE e a festa de congraçamento do Sodalício. Na ocasião será outrogada ao Padre Geovane Saraiva A MEDALHA DOM HELDER CÂMARA, O ARTESÃO DA PAZ, instituída pela ALMECE. Padre Emílio Castelo dissertará sobre o significado desta homenagem.
A acadêmica Arleni Portelada fará a apresentação da Revista e a saudação aos homenageados ficará a cargo do acadêmico Bernivaldo Carneiro.
O evento será abrilhantado com participação Coro Lírico Álvarus Moreno, da soprano Auzeneide Cândido e dos pianistas Haydèe Campelo e Enoque de Castro.
Será servido coquetel
Francisco Lima Freitas
Presidente
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Dia: 22/12/2011 Hora: 19 horas
Traje 1: Passeio distinto (público em geral)
Traje 2: Pelerine e Colar Acadêmico (Acadêmicos e Sócios-Beneméritos)
Local: Academia Cearense de Letras – Rua do Rosário, 1 – Palácio da Luz